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A série O Mundo Sombrio de Sabrina, estrelada por Kiernan Shipka, chegou ao seu final com o anúncio da quarta e última temporada feito pela Netflix nesta quarta-feira (08). O cancelamento da série segue outro cancelamento de spin-offs ligados a Riverdale, como aconteceu com a série Katy Keene, que também não foi renovada. 

A trama da série que segue a jovem bruxa Sabrina Spellman, uma meia-bruxa e meio-humana, que precisa se decidir entre que caminho seguirá enquanto descobre os seus poderes mágicos e enfrenta a influência maligna do Senhor das Trevas, o próprio Lúcifer, conquistou vários fãs e foi muito aclamada por sua irreverência e temas sombrios já tinha terminado os filmagens dos episódios da nova temporada quando o anúncio foi feito.




A decisão do cancelamento foi revelado pelo showrunner Roberto Aguirre-Sacasa, que também produziu Supergirl e Riverdale que declarou:

"Trabalhar em 'O Mundo Sombrio de Sabrina' foi uma incrível honra, desde o primeiro dia de desenvolvimento. Acredito que todos sentiram isso. Estou mais do que agradecido pelo elenco, equipe, roteiristas, editores, assistentes e todos aqueles que colocaram suas almas nessa série".

A Netflix liberou fotos oficiais da última temporada para os fãs, confirmando o retorno de todo o elenco principal. Dito isso, a última temporada também cria maiores expectativas em torno dos fãs, uma vez que diversas tramas terão de ser resolvidas como o paradoxo temporal, o clone de Sabrina e o Padre Blackwood conjurando os terrores de Eldritch.


Acessível: imagem de Zelda e Hilda Spellman, as duas de mãos estendidas, a primeira, mais alta e com cabelos castanho-claros, em um casaco amarelo-queimado, a segunda em roupas rosa com rendas e cabelos loiro curtos, estão em uma sala antiga e mobiliada om candelabros e cortinas pretas.


Acessível: imagem do Senhor das Trevas e Lilith, um do lado do outro, o Senhor das Trevas usa um casaco cor de bronze, com uma espécie de colarinho preto e está sentado de lado, numa espécie de trono, com o braço encostado e Lilith, de cabelos longos e castanho-escuros, usa um vestido que parece ser feito de escamas de cobra ou de crocodilo, ao fundo se vê os dedos de uma enorme estátua de mão,



A última temporada que contará o final da história de Sabrina contará apenas com oito episódios e deve ser lançada no final desse ano, mas sem nenhuma data definida ainda. 




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Texto: Felipe Lima
Revisão: Felipe Lima



A revista Variety revelou nesta quarta (08) a atriz que foi escolhida para tomar o manto deixado pela atriz Ruby Rose na série Batwoman da CW.

A atriz Javicia Leslie (Family Business) assumirá o papel principal na segunda temporada da série. Ela interpretará uma nova personagem chamada Ryan Wilder, se tornando a primeira atriz negra a interpretar a personagem Batwoman em qualquer mídia live-action.




"Eu estou extremamente orgulhosa de ser a primeira atriz negra a interpretar o papel icônico da Batwoman na televisão, e como uma mulher bissexual, estou honrada em me juntar a esse show inovador que tem sido um pioneiro para a comunidade LGBTQ+", disse Leslie. 

Os produtores da série, que incluem a showrunner Caroline Dries e o produtor executivo Greg Berlanti, optaram por criar uma nova personagem do que contratar alguém para substituir Rose no papel de Kate Kane, a Batwoman original das HQs e que foi apresentada durante toda a primeira temporada da série.


Além disso, eles responderam aos falsos rumores que a personagem Kane seria morta na série, a produtora Dries inclusive já respondeu anteriormente que ela jamais teve planos de seguir essa linha com a personagem: "Eu amo Kate Kane - ela é a razão pela qual eu queria fazer essa série. Nós nunca iremos apagá-la".

Uma das curiosidades de todos agora será como a série irá tratar em sua trama a substituição das atrizes, o produtor Berlanti disse: 
"De fato, o desaparecimento dela [Kate Kane] será um dos mistérios da segunda temporada. Eu não quero estragar todas as nossas surpresas, mas para todos os nossos fãs devotados, saibam que justiça LGBTQ+ está no centro do que Batwoman é e nós não temos nenhuma intenção de abandonar isso".

O ator Grant Gustin de The Flash desejou as boas-vindas para a nova Batwoman em uma mensagem em sua conta oficial do instagram, assim como a atriz Ruby Rose que afirmou que "mal pode esperar para assistir a segunda temporada".




A segunda temporada de Batwoman não tem previsão de retornar a produção até 2021.



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Texto: Felipe Lima
Revisão: Felipe Lima


A próxima série da Netflix, Cursed - A Lenda do Lago, ganhou um trailer e uma data de lançamento na plataforma de streaming. Baseada numa graphic novel escrita por Tom Wheeler e ilustrada por Frank Miller (300, Sin City e Batman - O Cavaleiro das Trevas), a história resolve trazer o mito arturiano - a história do Rei Arthur, da espada Excalibur e de Camelot - de uma perspectiva completamente diferente.


A Dama e a Espada

A série é protagonizada por Nimue, a Dama do Lago da lenda arturiana interpretada por Katherine Langfort (13 Reasons Why) que nesta versão recebe a missão de carregar a espada amaldiçoada Excalibur de sua mãe e precisa a proteger do grupo de fanáticos religiosos Paladinos Vermelhos, liderados pelo impiedoso Rei Uther Pendragon (Sebastian Armesto), além de Devon Terrel como o Arthur Gustaf Skarsgård (Vikings) como o mago Merlin




A história parece que envolverá como um de seus temas centrais a questão da perseguição a magia, com a invasão dos cavaleiros de Pendragon, todos aqueles que possuem magia correndo em suas veias estão ameaçados e muito provavelmente seguirá o estilo de série medieval trazido por The Witcher, com a sua primeira temporada contando com dez episódios. Além disso temos diversas reviravoltas nas maneiras como veremos esses personagens, não teremos um Arthur tirando a espada da pedra e se tornando rei, mas sim um mercenário de lealdade questionável e outros elementos das lendas arturianas estarão espalhados de maneira bem diferente do que esperamos normalmente.

O showrunner da série e roteirista da HQ original Thomas Wheeler disse em entrevista para a Entertainment Weekly: "Levar esses personagens para a tela foi um desafio criativo único e emocionante. Eu acho que, antes de tudo, quando lançamos Cursed, Frank e eu estávamos procurando uma verdade mitológica, atores que pudesse levar uma emoção e a humanidade para personagens lendários sem perder o sendo de magia elementar e apostas épicas".


Aqui você pode conferir o trailer da primeira temporada:




A primeira temporada de Cursed - A Lenda do Lago chega na Netflix em 17 de julho. 


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Texto: Felipe Lima
Revisão: Felipe Lima





A literatura de fantasia brasileira é um dos movimentos que mais vem crescendo hoje em dia. Durante um longo tempo sempre se falou que não existem grandes escritores de escrita especulativa no Brasil, no entanto, uma bem-vinda onda de novos autores surgiu trazendo muitas novidades para a Literatura Fantástica Brasileira.

Desde mistérios noir, horror, ficção científica e fantasia folclórica muitas novidades tem surgido no mercado editorial nacional. Além disso uma marca desse novo movimento de novos escritores tem sido a representatividade, especialmente a LGBTQIA+Então decidimos trazer uma lista de autores brasileiros que se identificam como LGBTQIA+ como e/ou escrevem livros que trazem a temática LGBTQIA+:



Daniele Cavalcante - Sombras Noturnas


Nas Sombras Noturnas escondem-se alguns dos nossos piores pesadelos. O inusitado no canto de um beco escuro; o fantástico rastejando em um bueiro; a magia que nos aguarda em uma esquina qualquer. O ordinário esconde em sua capa de normalidade passagens a outros mundos  basta saber como encontrá-las.

A autora Daniele Cavalcante publicou o livro Sombras Noturnas (2019), uma coleção de seus contos de fantasia urbana e sombria que foram publicados de forma independente entre 2010 e 2015 pelas editoras Estronho e Literata, e contém histórias sombrias com temas que variam desde LGBTQIA+, como o conto "Corredores Fantasmas", distopia, como "O Estado Messiânico" e sonhos assombrados, como "O Sonho de Marcelo"

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G. G. Diniz - Morte Matada 



A escritora cearense G. G. Diniz publicou Morte Matada - uma noveleta do estilo Sertãopunk para a coleção Carcarás, publicado pela editora Corvus

A história se passa na cidade de Cedrinho, no Ceará, num futuro dominado pelo coronelismo, porém, onde a população da cidade é subjugada além das mãos de ferro do coronel Gomes e por coleiras digitais. A protagonista Heloísa, não usa coleira, mas também não é livre, uma enfermeira que trabalha no posto de saúde local, tendo de lidar com a falta de equipamentos e condições terríveis e acaba se envolvendo em muito mais do que queria quando duas mulheres forasteiras e fugitivas armadas surgem na soleira de sua porta.

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Delson Neto - Diário Simulado




"O limiar entre o real e o virtual pode ser tão perigoso quanto a travessia da juventude para a vida adulta."

O autor Delson Neto publicou Diário Simulado pela editora Plutão, ganhador do Prêmio Wattys de 2018. 

A história é uma ficção científica cyberpunk que se passa em Nova Avalon e é contada de forma não-linear, seguindo a protagonista Shura Lee, acompanhando suas aventuras e desventuras, que vive em um pequeno apartamento ao lado de sua família, que tem sua vida transformada ao se tornar uma policial em Cornewall. A história se torna uma jornada com cenas de ação e cenários neon, além de várias referências pop e uma personagem que precisa lutar contra o que é real e o que não é. 

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Bárbara Morais - A trilogia Anômalos




A autora Bárbara Morais, nascida em Brasília e além de participar do podcast Pode Entrar sobre vampiros, escreveu a trilogia Anômalos pela editora Gutenberg - compostos pelos livros A Ilha dos Dissidentes (2013), A Ameaça Invisível (2014), e A Retomada da União (2015) - uma distopia envolvendo mutantes. O primeiro volume segue uma adolescente órfã chamada Sybil Varuna, que sempre viveu na pobreza numa região de guerra entre a União e o Império do Sol, mas que eventualmente descobre ser um dos Anômalos - um grupo especial de pessoas com mutações genéticas que dão habilidades sobre-humanas. Ela acaba indo parar em Pandora, a maior cidade de mutantes do continente e ganhando uma família adotiva, mas logo ela vai descobrindo que existe uma grande diferença entre os anômalos e os humanos.

Além disso também publicou diversos contos como "Garotas Mágicas Super Natalinas" na antologia LGBTQ+ de contos natalinos "Todas as Cores do Natal" (2017) e o conto "Confissões" na antologia "Todo Mundo Tem Uma Primeira Vez" (2019).

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Wanderson Razoni - Alucinógenas




Você vai viver na lua, se apaixonar num parque, mergulhar no oceano ou se sentir banhando em sangue, até chegar na metamorfose.

A antologia Alucinógenas do autor Wanderson Razoni é um livro de contos publicado pela editora Folheando,  conta com narrativas irreais e metafóricas que nos imerge no crescer e nas dificuldades da alma, em terrores e loucuras apaixonantes, se pautando em vivências LGBTQIA+ e lidando com temas de preconceito, depressão, ansiedade, descoberta e amores.

O livro está disponível para compra por esse link: bit.ly/2AD46uh



Thiago Ambrósio Lage - 



O autor Thiago Ambrósio Lage, mora em Palmas, e além de professor, publicou o conto "Patrícia" (2019) na Coleção Casa Fantástica da editora Presságio, um maravilhoso conto do gênero weird e o conto "Plano de Ensino: Introdução ao Voo" para a newsletter literária Faísca, um braço da Revista Mafagafo. Ele também tem diversos contos publicados em seu perfil do Wattpad

Além disso ele terá um novo conto lançado na antologia Violetas, Unicórnios e Rinocerontes publicada pela editora Patuá, uma coleção de contos de autores LGBTQIA+ com protagonistas LGBTQIA+ imaginando o que o futuro os reserva com vários subgêneros da ficção científica e new weird.

A antologia Violetas Unicórnios e Rinocerontes foi financiada num projeto do catarse e você pode saber mais sobre ela nesse link.



Lito Garcia - O Terno Laranja


O autor paulista Alan Silva (com o pseudônimo de Lito Garcia) publicou O Terno Laranja - um conto distópico sobre um futuro em que o país tornou-se controlado por um regime autoritário e fanático e dividiu-se entre os Patriotas e o resto da população em miseráveis e servos. O personagem protagonista, Brás, que junto da mãe serve a uma das cinco famílias de governantes mais poderosas do país e que acaba se apaixonando por Pedro, o herdeiro dessa família. 

Além desse conto Alan Silva tem diversas outras publicações como o livro Vera Cruz: e o Espelho Sagrado, que surgiu como uma fanfic de Percy Jackson e se tornou uma história com a mitologia do folclore brasileiro e o livro de poesias Almas

O conto O Terno Laranja está disponível para compra na Amazon pelo link: https://amzn.to/38Kw2ZR.



Eric Novello - Ninguém Nasce um Herói


O autor e editor carioca Eric Novello, escreveu de Exorcismos, Amores e uma dose de blues (2014) - uma fantasia noir que apresenta o mago e exorcista Tiago Boanerges, que após um fracasso num exorcismo acaba sendo demitido do Conselho de Hórus, sem amigos e terrivelmente doente, mas, acaba tendo a chance de dar a volta por cima ao receber uma missão do seu antigo chefe na cidade de Libertá (uma versão de São Paulo steampunk), mas tento que se reaproximar de seu antigo amor e mais recentemente o livro Ninguém Nasce Herói. - uma distopia brasileira onde o fanatismo religioso tomou conta do país e a leitura é proibida, e o personagem principal, Chovisco, resiste distribuindo livros em público.

Além dos dois livros, o autor também tem diversos contos publicados em coletâneas do gênero steampunk e dark fantasy

'Ninguém Nasce Um Herói' pode ser comprado pela Amazon nesse link: https://amzn.to/3e8KcFm



Laís Lacet - Caçadores de Tempestade



A autora Laís Lacet publicou Caçadores de Tempestade (2019), como o sexto livro na antologia Todas as Cores do Arco-íris, um projeto da Editora Resistência para publicar uma série de livros e contos com todas as letras da sigla LGBTQA+.

A trama segue em um mundo steampunk da Nova Era, onde seguimos Tifa, a capitã de um zepelim e uma personagem assexual, que parte numa missão para resgatar e libertar crianças da servidão à bordo de outros zepelins que caçam a eletricidade dos raios, assim como ela mesma foi um dia

O e-book está disponível para compra por este link na Amazon: https://amzn.to/2ZO44rV.


Mariana Madelinn - A Trilha



A escritora Mariana Madelinn nasceu no inverno de 1994, em Salvador. É baiana com orgulho, bacharel em Direito e não consegue imaginar uma realidade em que não esteja escrevendo. Desde 2009 possui um blog lírico intitulado Cantar à Vida, onde posta poesias e prosas poéticas. Tem dois livros de fantasia publicados pela Amazon: A Trilha (2018) - um conto protagonizado por uma personagem indígena em contexto urbano, tentando entender melhor sua ancestralidade e descobrindo uma missão perigosa e As Inverdades Nunca Ditas (2019) - que conta a história da cigana Safira, que foi amaldiçoada a se alimentar de sentimentos humanos para continuar imortal. 

Também em 2019 ela compôs a antologia Manifesto Poético da Editora Resistência e confirmou que vai participar do projeto Farras Fantásticas da editora Corvus.


'A Trilha' e 'Inverdades Nunca Ditas' estão disponíveis por esses links: https://amzn.to/31U5nsd e https://amzn.to/31X2CpT


Jan Santos - O Dia Em Que Enterrei Miguel Arcanjo



O autor amazonense Jan Santos é o autor da antologia de contos Relatos de Um Mundo Sem Luz (2013) e A Rainha de Maio (2016), publicado em parceria com a editora Lendari, sempre carregando influências de Neil Gaiman, Dalton Trevisan e mesmo da música, como a cantora Stevie Nicks, e além de vários contos em revistas, mais recentemente publicou um livro conceitual de contos "O Dia em que enterrei Miguel Arcanjo e outros contos de fada", uma antologia sobre uma criatura "guardiã do submundo que espreita as florestas e surge com diversos nomes".

'O Dia em que Enterrei Miguel Arcanjo' está disponível para compra na Amazon por esse link: https://amzn.to/2BQgrvQ

Camila Cerdeira - Guardião do Destino


Camila Cerdeira, autore não-binário e bissexual, atualmente vive em Fortaleza, e além de fazer parte dos podcasts como o Orgulho Podcast e o Bisão Voador, dividir seu tempo entre a fotografia e fazer parte do grupo Tria de Teatro, publicou o conto "Guardião do Destino" na antologia "Não Morre no Final" da editora Resistência, onde conta a história de um anjo, um guardião que fica divido entre o seu dever e os seus sentimentos. 

Além disso escreve sobre personagens LGBTQIA+ em diversos contos publicados no Medium, como "Duas Semanas", "Morangos e Chocolate" e "Sobre o Fim".

O e-book da antologia Não Morre no Final está disponível para a compra nesse link: amzn.to/3iEDOJu



Créditos

Texto: Felipe Lima
Revisão: Felipe Lima



Após o anúncio do evento virtual DC FanDome em agosto desse ano para o anúncio de novos projetos diversas especulações sobre os futuros lançamentos da DC, especialmente os seus filmes, e agora surgiu o rumor de que a Warner Bros. estaria planejando um filme solo da feiticeira Zatanna



Recentemente, por causa de um erro no site, foi descoberto que durante o evento virtual DC FanDome teremos o anúncio de pelo menos dois novos projetos do DCEU - Universo Estendido da DC - e isso causou muita especulação sobre quais serão os filmes anunciados, e dentre os rumores de novos filmes está o de que um filme solo da Zatanna estaria sendo desenvolvido.




A personagem Zatanna, uma das membros principais da Liga da Justiça Sombria nos quadrinhos e animações, e frequentemente se envolve nos casos de John Constantine,  ela é uma mágica talentosa e com tem poderes extensos. Sendo filha do mágico John Zatara e da feiticeira Sindella, a quem ela nunca poderia rever por ter sido amaldiçoada por um demônio, ela se tornou uma ilusionista de palco, trabalhando com mágica durante anos até se juntar ao grupo da Liga da Justiça Sombria pelo chamado da feiticeira Madame Xanadu

Dentre os seus poderes estão conjuração, voo, controle de energia, conjuração de escudos de energia, telecinese, pirocinese e a habilidade de viajar entre dimensões e realidades. Além de vários outros poderes, uma vez que os encantamentos que ela utiliza em seus feitiços são apenas palavras ditas ao contrário, ou seja, para que ela possa conjurar "fogo", ela precisa dizer "ogof".





Sabemos que depois do cancelamento do filme da Liga da Justiça Sombria, teremos agora uma série live-action produzida por J. J. Abrams (Star Trek, Cloverfield e Castle Rock) para a plataforma de streaming HBO Max, e embora não tenhamos ainda nenhuma data confirmada para a série é bem provável que a personagem seja apresentada no filme solo e introduzida depois na série ou que os dois projetos corram em paralelo.

Além disso existem boatos de que o ator Keanu Reaves estaria em início de negociações para voltar numa sequência do filme Constantine, e também para interpretar o personagem na série da HBO Max, embora, tal como o filme solo da Zatanna, nada foi confirmado. 



O evento DC FanDome irá acontecer no sábado do dia 22 de agosto, às 14h do horário de Brasília  e será transmitido globalmente, inclusive em português.



Créditos 

Texto: Felipe Lima
Revisão: Felipe Lima




A Warner Bros. anunciou nesta terça-feira (16) o DC FanDome, um evento global, virtual e gratuito voltado para os fãs do universo DC e que será transmitido ao vivo e com atrações em diferentes fuso-horários, além de lançamentos de novidades.

Os painéis online trarão novidades de O Batman, dirigido por Matt Reeves e com Robert Pattinson, as sequências de Aquaman e Shazam, e possivelmente o último trailer de Mulher-Maravilha 1984, que teve a sua data de estreia adiada novamente, além de mais detalhes do esperado Snyder Cut de Liga da Justiça

Também se espera que se tenham novidades sobre as séries de televisão da DC como Patrulha do Destino e Titãs, como também Batwoman, Black Lightning, DC's Legends of Tomorrow, Pennyworth, a série Stargirl, The Flash, Supergirl, Superman e Lois e Lúcifer. Além disso devemos ter novidades das animações da DC, como DC Super Hero Girls, a série da Arlequina, Jovens Titãs EM AÇÃO e Young Justice: Outsiders.


Segundo o anúncio oficial, o DC FanDome irá se dividir em sessões virtuais, como se fossem realmente halls de um evento presencial, sendo o principal deles o Hall dos Heróis, onde os fãs poderão ter acesso às principais novidades em transmissões disponíveis em vários idiomas e de lá podem seguir para outras sessões, dentre elas: o DC WatchVerse - com painéis e sessões voltadas para tudo do entretenimento incluindo os filmes, séries e jogos; o DC YouVerse - um hall interativo onde os fãs podem apresentar suas artes, cosplays e interagir; o DC KidsVerse - que terá conteúdo family-friendly e especial para as crianças e o DC InsiderVerse, que focará nos criadores de conteúdo e extras. 


Dentre os anúncios mais esperados, especula-se que teremos o anúncio da atriz que substituirá Ruby Rose como protagonista da série Batwoman, a revelação do visual da personagem Cheetah (Kristen Wiig) em Mulher-Maravilha 1984 e novidades sobre a produção do Snyder Cut, e talvez o anúncio de um novo filme. 



A data da convenção DC FanDome está marcada para o sábado do dia 22 de agosto, às 14h do horário de Brasília e irá durar em torno de 24 horas seguidas e pode ser acessado já no site DCFanDome.com


Créditos

Texto: Felipe Lima
Revisão: Felipe Lima




Os filmes clássicos da Disney muito normalmente seguem uma fórmula: um protagonista, que muitas vezes é uma princesa, precisa descobrir sua identidade ou realizar um desejo do seu coração, e no meio do seu caminho encontra um conflito causado por um vilão ou vilã diabólico, mas no final consegue o seu felizes para sempre.
Mas só porque essa fórmula parece simples, não significa que não existem motivos para ela existir ou ter se estabelecido, e um dos elementos principais dela que sempre se destaca são os vilões.

Os vilões da Disney são incríveis, infelizmente, também carregam consigo a marca de um estereótipo que existe há muito tempo dentro da indústria cinematográfica e da cultura pop, por consequência: o gay vilanesco.




Durante um longo tempo na história de Hollywood retratar pessoas LGBTQIA+ era algo proibido por um código de ética; qualquer coisa que fosse "sexualmente desviante" ou "perversa" deveria ser representada como algo condenável e ruim, logo, além de não serem explicitamente ditos como homossexuais, muitas vezes personagens queer eram codificados como tal através de maneirismos e estereótipos, por exemplo: um homem que é delicado, com uma voz feminina e se veste de maneira chamativa ou flamboyant ou uma mulher muito masculina, ou mesmo uma femme fatale sem escrúpulos.

Esse tipo de característica que se atribuiu aos vilões acabou se perpetuando e aparece em vários outros vilões, como o Ele de As Meninas Superpoderosas, Jareth de Labirinto - Uma Magia no Tempo e até mesmo o James de Pokémon



Mas então isso quer dizer que devemos passar a simplesmente odiar esses personagens que fizeram parte da nossa infância?

Não necessariamente. Podemos sim reconhecer que houveram muitos erros na representação de LGBTQIA+ no passado, mas ao mesmo tempo vários desses vilões se tornaram tão populares por serem mais interessantes, engraçados e coloridos que os protagonistas que muitas vezes preferimos nos associar a eles que aos mocinhos. Além do  mais em momentos como o Dia das Bruxas ou festas a fantasia, personagens como a Malévola ou a Úrsula são muito mais divertidos para se fantasiar do que as mocinhas, além de oferecerem pelo menos uma opção para pessoas com corpos e tons de pele diferentes.

Vilões da Disney são divertidos, eles são projetados para que você se mantenha engajado na história, mas não são projetados para serem repulsivos ou muito odiosos. Com certeza eles são ruins e maus, e alguns deles piores que todos os outros, mas também são personagens interessantes. 

É claro, o ideal seria que tivéssemos diversidade tanto de heróis e vilões queer, mas enquanto não conseguimos isso, porque não tomar posse dos personagens que são vilões da história e até mesmo transformá-los em algo diferente. Os filmes live-action Malévola (2014) e Malévola: Dona do Mal (2019) além de adicionar elementos na história clássica para modernizar a personagem conseguiram transformá-la numa protagonista e com um design que se tornou muito popular entre cosplayers e no Carnaval. 

E é por isso que vamos listar aqui os vilões mais legais, divertidos e fabulosos da Disney e que totalmente mereciam ter suas histórias contadas em um filme solo live-action ou em um spin-off (e porque não? Se até o príncipe Anders do remake de Alladin que ninguém liga está ganhando um...). 


Hades



O vilão de Hércules e o deus do Submundo, além de maravilhosamente sarcástico e irônico deve ser um destaque no futuro remake live-action dirigido pelos Russo (Capitão América: Soldado Invernal e Vingadores: Ultimato), mas além disso

Seria ótimo descobrir como é a relação de Hades com os outros deuses do Olimpo, e já que temos vários personagens com sexualidades diferentes na mitologia grega, quem sabe não dar um namorado para Hades? 

Scar


O live-action de O Rei Leão (2019) com a maravilhosa dublagem do Scar pelo ator Chiwetel Ejiofor (Doutor Estranho, Malévola II e 12 anos de Escravidão) pecou bastante por seguir à risca o filme animado original e não tentar expandir mais sobre esse personagem tão amado e odiado que é o Scar, além de terem completamente rasgado ao meio a sua canção de vilão, a maravilhosa Se Preparem

Então porque não ter um spin-off com a origem do Scar? Já temos desenhos animados, uma continuação da animação original, vários livros complementares. Não seria a hora de mostrar as razões pelas quais Scar se tornou o que é e especialmente a origem da sua cicatriz?

Úrsula



A bruxa dos mares Úrsula e vilã de A Pequena Sereia,  que inclusive teve o seu design inspirado pela drag queen Divine, além de possuir conhecimentos mágicos de suas poções e longos tentáculos para se locomover consegue ser uma diva subaquática. 

Apesar da longa campanha para que o papel fosse dado a uma drag queen na adaptação live-action, ele acabou caindo para a atriz Melissa McCarthy, mas mesmo assim não seria nada mal se houvesse um spin-off da personagem contando suas primeiras maldades e sua origem, especialmente se tivesse novas músicas. 

Cruella De Vil


E é claro, Cruella De Vil, a vilã de 101 Dálmatas e que terá um filme solo live-action contando sua origem e protagonizada por Emma Stone (La La Land) num visual bem rockeiro glam à la David Bowie e Dr. Henry Frank N. Futter-iano, o filme irá se passar em Londres da década de 70, onde tanto artistas, quanto no ramo da moda estavam sendo um dos centros de se ir contra as convenções de gênero e sexualidade da época. Talvez isso não apareça no filme, mas será que não pode acontecer?





Enfim, qual vilão da Disney você gostaria de conhecer melhor? E qual personagem da Disney você acha que é LGBTQ+? Deixe nos comentários e acompanhe o Co-op Geeks para mais conteúdo sobre o Mês do Orgulho.




Créditos

Texto: Felipe Lima
Revisão: Felipe Lima


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