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Sabe o finado PSP? Então, ele nos trouxe o Final Fantasy mais impiedoso/sombrio que já foi lançado até os dias de hoje, sim, o considero o titulo mais agressivo da franquia cuja trajetória é repleta de sacrifícios, e quando digo sacrifícios, é morte pra todo lado - desde um Chocobo a um PERSONAGEM PRINCIPAL (deixando até mesmo a morte de Aerith no chinelo). Se após a recente entrevista de Tetsuya vocês ficaram com medo de pensar em todos os personagens de FFVII mortos, Final Fantasy Type-0 não poupa esforços. 

O game foi lançado em 2011 exclusivamente para o PlayStation Portable e remasterizado para o PlayStation 4 e Xbox One em 2015. Dirigido por Hajime Tabata (aquele que estava no auge por Crisis Core: Final Fantasy VII e atual diretor de Final Fantasy XV). A produção do jogo passou por várias complicações mudando de nome e de plataforma que originalmente foi pensado como Final Fantasy Agito XIII para mobiles. Confira o trailer do game:


Fantasia que só a Square sabe fazer


A história se passa dentro da mitologia da Fabula Nova Crystallis (a mesma da saga de Final Fantasy XIII e XV) no continente de Orience que é dividido em quatro nações: Rubrum, Império Milities, Concórdia e Aliança Loricana, onde cada uma tem o seu cristal e, através deles, concedem poderes para lutar contra o evento apocaliptico Tempus Finis, mas as nações se dividem entrando em guerra e gerando um  grande conflito politico, Rem e Machina narram toda a história que já se inicia no caos (imagine um filme sobre perda, sacrifícios e guerra; esse é Type-0).

Pra que jogar com um se posso jogar com catorze


No jogo você controla a Classe Zero, um grupo de elite de catorze estudantes da Vermillion Peristylium, cada um possui uma arma e habilidade; o jogo tem um variedade imensa de jobs/classes diferentes, cada personagem tem uma característica e seu crescimento no decorrer da história que conta com quest pessoais, vários diálogos e aprofundamento narrativo (não se preocupe você não irá perder a imersão por falta de desenvolvimento dos personagens, todos são bem aproveitados).

Confira abaixo as armas de cada personagem:

Ace: Baralho Mágico
Deuce: Flauta
Trey: Arco e Flecha
Cater: Pistolas Mágicas
Cinque: Maça
Sice: Foice
Seven: Espada-Chicote
Eight: Artes Marciais
Nine: Lança
Jack: Katana
Queen: Sabre
King: Pistolas
Machina: Espadas-Prego
Rem: Adagas

Inovação feat. referência


A jogabilidade é muito semelhante à Kingdom Hearts e Crisis Core Final Fantasy VII, porém foi adaptada de uma forma melhorada para época ganhando assim vários elogios da critica especializada, no entanto, a câmera foi alvo de comentários negativos - o restante foram apenas elogios.

Na sua party você só consegue andar com três personagens, fora os extras que você pode utilizar caso algum dos três morra - ao iniciar uma missão o menu de escolha de personagens te indicará quais são os melhores personagens para tal missão (você não é obrigado a levar os catorze) e além disso, há três opções de ataques poderosos - dentre um deles está as famosas Eidolons/Summons que conta com Golem, Odin, Shiva, Ifrit, Bahamunt, Diablos (sim ressuscitaram esse lindão) e Alexander - bem ao estilo Final Fantasy IX.

Dentre os outros ataques poderosos, está a invocação do Vermilion Bird; mas para invocar os Eidolons e o Vermilion Bird é necessário sacrificar os três personagens de sua party e a última opção de ataque é a mais simples comparada as outras: é uma combinação da sua party em um golpe único utilizando as habilidades de cada personagem.



O jogo ainda conta com um mini-game obrigatório, que, quem jogou algum jogo da franquia Suikoden, se sentirá familiarizado. O mini-game consiste em um campo de batalha tático que você deve conquistar as cidades e luta contra os soldados - para alguns renderá momentos divertidos, mas para outros, dor de cabeça.

Som da Morte

A sua trilha sonora é impecável contendo vários solos de guitarra e corais  que irão despertar momentos de aflições e drama - muito drama. Por ter uma trama bem sombria e pesada, a trilha te dá aquele sentimento de estar em uma guerra guerra, cujo cada segundo é valioso - vida, morte e esperança. Confira a playlist:


We Have Arrived

Final Fantasy Type-0 é um dos melhores títulos da franquia, mas que infelizmente, não teve o reconhecimento devido aqui no ocidente, provavelmente por seu atraso para ser localizado - mas se der uma chance para ele, irão ver o quão rico esse Final Fantasy é, e que ele acaba desbancando até títulos numerados - e digo mais - ouso afirmar que a sequência já esta sendo produzida e pode ser ou seguir algum conceito deste trailer:



Não deixe de contar nos comentários se você se interessou em conhecer o jogo, e se já jogou, acha que poderíamos ter mencionado outras facetas desse game incrível!

Créditos

Texto: Igor Oliveira
Revisão: Juninho Lima

O artigo apresenta opiniões e ideias do autor do texto, não do site Co-op Geeks.

Após jogarmos as "Gravações Proibidas Vol. 1" de Resident Evil 7, chegou a hora de conferir as novas gravações. Dessa vez, descobrimos um pouco mais sobre o passado da família Baker em "Filhas" e jogamos algumas partidas do mortal "21" com Lucas Baker.

A tristeza de "Filhas"

A primeira fita de vídeo é protagonizada por Zoe Baker e nela somos apresentados aos momentos em que Eveline e seu terrível mofo tomou conta da pobre família interiorana. O gameplay é marcado por sustos e muitos momentos tristes:


Sobrevivemos ao jogo mortal de Lucas

A segunda fita de vídeo continua a contar os terrores vividos por Clancy antes da fita "Feliz Aniversário" com o quebra-cabeças que matou o personagem. Lucas Baker coloca o cinegrafista dos Sewer Gators para jogar "21", apostando partes de seu corpo e sua vida. Confira:


Ainda há o modo "Aniversário de 55 anos de Jack", que faz parte do pacote de DLCs. Nós jogaremos o modo ao vivo nesse domingo (19/02) às 18:30 horas no horário de Brasília. Se inscreva no nosso canal para não perder a transmissão!

The Fosters é uma série de televisão americana de drama que foi transmitida pelo canal ABC Family e estreou em junho de 2013. 

Em uma tradução literal, "The Fosters" pode ser "Os Adotados", já que a série retrata um casal de mulheres homossexuais que tem filhos adotivos. Tudo começa no primeiro episódio onde o casal Lena e Stef (Teri Polo e Sherri Saum) decidem adotar um novo membro para a família, porém Callie (Maia Mitchell), a "nova garota", estava em um reformatório e ao chegar em sua nova casa vê que não tem apenas uma mãe, e sim duas, junto da surpresa de ter mais três outros irmãos, os gêmeos Mariana e Jesus (Cierra Ramirez e Jake T. Austin), e o irmão mais velho Brandon (David Lambert), que é filho biológico de Stef em seu casamento anterior.

Callie decide ir atrás de seu irmão mais novo, já que foi ao reformatório por bater no carro de seu pai adotivo, após ele bater em seu irmão  menor, Jude (Hayden Byerly), por ele usar um vestido de sua antiga esposa. Stef e Lena então, após alguns conflitos decidem adotar o garoto também.

Vamos aos 5 motivos para começar a acompanhar essa série maravilhosa ainda hoje?

1 - Representatividade


A comunidade LGBT precisa ser representada nas mais diversas mídias, para mostrar ao público geral que as pessoas LGBT são tão normais quanto aos padrões de gênero e sexualidade estabelecidos pela sociedade. 

The Fosters é uma das melhores séries ao abordar a representatividade. Onde um casal de mulheres homossexuais tem filhos e passam por problemas diários, como problemas na escola, problemas com amor, desentendimentos e problemas familiares. Uma crítica social que mostra ao público que mesmo não tendo um pai, e sim duas mães, uma família vai continuar com as normalidades da vida - nada vai mudar, os problemas serão os mesmos, as emoções e todo o resto, pois os Fosters são uma família como qualquer outra.

2 - A série é bem versátil

A série também conta a vida de adolescentes na escola, com os problemas sociais, amorosos e o seu desempenho na vida. Muitas pessoas podem se identificar com alguns personagens ou lembrar de situações que já passaram. 

Não ficamos presos em um só local, temos a casa aonde os personagens moram, por Stef ser policial podemos ver em sua rotina vários lugares por onde ela passa, e a escola que é em uma praia, tendo assim muitos cenários e situações diferentes que deixam a série nada cansativa e de fácil assimilação para todos os públicos.

3 - A empatia pelas situações e personagens são um diferencial

Quando você soube que era gay?
Em muitos momentos você vai sentir raiva, ódio e paixão por situações com alguns personagens e por algumas atitudes, se identificando e torcendo por alguns deles.

Apesar de em alguns momentos a série ser repetitiva e lenta, mesmo assim não perdem conteúdo e não fica cansativa.

4 - Uma série BEM familia

Como você define "família"?
Se tem uma coisa que eu amei em The Fosters foi o amor que eles tem um pelo outro, quem nunca travou ao se desculpar com alguém?

Por ser uma família grande com sete membros, são muitos desentendimentos. As coisas podem desandar e chega o momento de se desculpar. A forma como eles olham um pro outro e pedem desculpas nos mostra que os atores não estão brincando, e estão fazendo um ótimo papel, além de mostrar que os personagens tem problemas assim como os nossos, fazendo a identificação ser instantânea.

5 - A série é longa, ideal para quem gosta de ficar preso em uma história por muito tempo


Pode ser negativo para alguns a série ser longa, mas em média cada temporada tem cerca de 20 ou 21 episódios, sendo quatro temporadas e a quarta com 10 episódios. Então se você quer se prender e passar o tempo a série vai ser uma boa opção.

Maratone hoje!

Particularmente eu não gosto de séries com o tema "família", onde tudo é muito clichê. Entretanto, The Fosters não se prende a isso, de todas as séries com esse tema, foi a unica que me conquistou. Assista!

Créditos

Texto: Gabriel Borges
Revisão: Juninho Lima

A lista apresenta as opiniões e ideias do autor do texto e não do site Co-op Geeks

Em 24 de janeiro de 2017 foi lançado Resident Evil 7: Biohazard, um novo capítulo para uma das maiores franquias da Capcom e que já no seu anúncio gerou discussões acirradas entre os fãs. O sétimo jogo logo se tornou um novo divisor de águas, e mesmo que quase todos os fãs concordem que esse seja um bom jogo, a maioria discorda de se tratar de um Resident Evil. Afinal, Resident Evil 7 é Resident Evil?

ATENÇÃO: Esse artigo ESTÁ LIVRE DE QUALQUER SPOILER sobre a trama do jogo. Leia sem preocupações.

Silent Evil / Resident Hill


Antes de tudo, SIM, Resident Evil 7 é Resident Evil. Algo estranho aconteceu e devemos ir até determinado local averiguar a situação. Encontramos uma mansão aparentemente abandonada, mas que após algum tempo revela estar repleta de pesadelos e monstros, além de diversas armadilhas e puzzles, e estamos a todo momento andando pelos mesmos cenários por conta do sistema leva-e-traz de itens. E aos poucos vamos descobrindo o que aconteceu e está acontecendo naquele lugar através de diversos arquivos espalhados pelo jogo. Essa descrição toda cabe tanto para o primeiro Resident Evil quanto o sétimo jogo. Precisamos continuar?

Logo que Resident Evil 7 foi anunciado e sua demo foi lançada, muitos torceram o nariz pelo fato da câmera ser em primeira pessoa e de termos fantasmas. A Capcom logo já veio a público explicando que os fantasmas não estariam na versão final do jogo e que a demo servia apenas para nos mostrar qual seria a sensação ao se jogar o novo Resident Evil. Porém isso, aliado ao “novo” estilo de câmera, não impediu que o seguinte discurso fosse reproduzido até hoje: “isso não passa de uma cópia de Outlast e P.T.”

Temos que lembrar, antes de tudo, que esses dois jogos não são pioneiros nos jogos de terror em primeira pessoa, e se RE 7 é cópia deles por causa da câmera, o plágio para por aí. A história não é absolutamente nada parecida com a de Outlast e muito menos com a de P.T., a demo do falecido Silent Hills – essa que nem história tem (aliás, a rixa Resident Evil vs Silent Hill já se dá há muito tempo).

Sim, é compreensível muitos não gostarem do estilo de câmera em primeira pessoa, mas essa não é a primeira vez que ela aparece na série. Jogos canônicos como RE Survivor e RE Umbrella e Darkside Chronicles já a usaram, e a intenção do primeiro jogo da franquia era ser em primeira pessoa, assim como seu influenciador Sweet Home, mas não havia recursos suficientes para que o jogo fosse feito dessa maneira na época. A Capcom diz que RE 7 foi feito como first person para uma maior imersão no terror, o que não deixa de ser verdade, principalmente com o PlayStation VR, mas também é um método de marketing, já que jogos assim têm feito muito sucesso: Amnesia, Outlast, P.T., e Alien Isolation são alguns deles.

Não temos os personagens clássicos


Outra reclamação é a falta dos personagens clássicos. Mas por que ter os personagens clássicos? Resident Evil 7 sai do foco do bioterrorismo global para algo mais local e isolado. Personagens como Chris, Jill, Leon e Ada já praticamente possuem uma aura protetora contra armas biológicas por conta de tudo o que passaram com o decorrer dos jogos, inseri-los em RE 7 tiraria grande parte da sensação do desconhecido e do medo. Além de que a série não se resume apenas a esses personagens.

O sétimo jogo inicia um novo arco na franquia com novos personagens, mas não necessariamente todos eles estejam aparecendo pela primeira vez. Em Lost In Nightmares, a DLC de Resident Evil 5, em um caderno de Lord Spencer o nome “Ethan W.” é citado como membro da Umbrella e que aparentemente morreu com o incidente de Raccoon City. O nome do nosso protagonista de RE 7 se chama Ethan Winters. Coincidência? Talvez, mas não podemos esquecer que na mesma DLC o nome de Alex Wesker é citado, e então tivemos Resident Evil: Revelations 2, e no primeiro jogo da série o nome de Ada Wong também é citado em um arquivo. E alguns personagens do passado da franquia, mesmo não sendo clássicos, têm seus nomes em alguns files do novo jogo, como Clive O’Brien (Revelations) e Alyssa Ashcroft (Outbreak) – e ainda temos aquele final bem misterioso.

Outros personagens que estão fazendo falta para alguns fãs são os zumbis. Essa reclamação já é velha (desde Resident Evil 4), e mesmo sendo compreensível – já que esses monstros de certa forma eram o carro-chefe da série, estando presente em todos os primeiros jogos e sendo os inimigos comuns –, Resident Evil não é um jogo de zumbis, e sim de armas biológicas, as famosas B.O.W.s. Os zumbis são as únicas B.O.W.s que não foram criadas intencionalmente na série, elas foram um acidente (com exceção de RE 6). Viver de acidentes para que os zumbis fossem trazidos constantemente tornaria os jogos muito parecidos e repetitivos, a série precisa se inovar para não cair no esquecimento.

Mas de fato Resident Evil 7 apresenta uma variação muito baixa de inimigos, e mesmo que possa incomodar, há explicações lógicas dentro do enredo para isso. E pouca variedade não significa que o jogo seja mais fácil.

Deveria ser um spin-off


O novo jogo não possui ligações com o passado da franquia. Até que as cenas finais sejam explicadas, através da DLC Not A Hero ou algum jogo futuro, essa afirmação se torna verdadeira, tendo apenas referências em arquivos ou quadros espalhados pela mansão, mas isso não faz dele menos Resident Evil. Levando em conta apenas os numerados, tanto Resident Evil 4 quanto Resident Evil 6 possuem poucas ligações com o passado (RE 4 mais ainda). Eles iniciam novas tramas com suas próprias reviravoltas e finais, e a maior parte que faz a ligação com jogos anteriores são os personagens, e é apenas isso o que RE 7 não faz, criando seus próprios.

Além disso, não há um grande gancho deixado nos outros jogos para que o 7 pudesse se basear – com exceção talvez de Revelations 2, mas que provavelmente a Capcom irá explorá-lo numa possível continuação da subsérie Revelations –. Existem sim algumas pontas soltas em alguns jogos, e nada impede que a Capcom se aproveite delas no futuro, ou as esqueça completamente. Resident Evil 7, como dito antes, iniciou um novo arco assim como o 4 e o 6, deixando com maestria um gancho enorme no final.

Talvez quem estivesse o jogando pela primeira vez, ou quem ainda não terminou o jogo, estivesse preocupado com a ausência daquela sensação de tudo se tratar de bioterrorismo. Essa preocupação é válida, já que tudo só é explicado perto do fim do jogo. Então sim, Resident Evil ainda não saiu de sua base inicial.

Resident Evil morreu!


Mas se há um motivo maior pelo qual Resident Evil 7 é Resident Evil, é porque a Capcom quis. A detentora e criadora da série decide o que entra para a história da franquia. O 4, o primeiro divisor de águas da série, é Resident Evil. O famigerado e criticado 6 é Resident Evil. Os esquecíveis Operation Raccoon City e Umbrella Corps continuam sendo Resident Evil. Por que com o 7, um jogo que se passa numa mansão infestada de monstros, seria diferente?

RE 7 nos traz de diversos modos a sensação de estar jogando o primeiro RE ao mesmo tempo que ele se mostra um jogo completamente novo. É perceptível que a maioria das pessoas que o criticam apenas viram gameplays pelo Youtube, seja por falta de dinheiro para comprá-lo (ele realmente está caro) ou por falta de vontade de ter o jogo em mãos, mas é certo que jogá-lo é uma experiência infinitamente mais imersiva.

O futuro da franquia agora é incerto. Não sabemos se os próximos jogos serão feitos nos moldes do sétimo e que rumo a história irá tomar a partir daquele final, e ainda temos Resident Evil 2 Remake por vir. Resident Evil 7: Biohazard pode não agradar a todos, ele não está livre disso nem Jesus agradou, mas não é porque alguém ficou descontente com o mesmo que ele deixe de ser um verdadeiro Resident Evil.

Créditos
Texto: Vitor Assis


O artigo apresenta as opiniões e ideias do autor do texto e não do site Co-op Geeks.

O final de "Resident Evil 7" pegou a todos de surpresa. Afinal, quem é aquele personagem? Chris? Hunk? Nós trouxemos a melhor teoria sobre a identidade do agente e ainda explicamos a história de "Umbrella Corps" e como ela se encaixa como parte da cronologia principal da série. Assista:


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The world is turning upside down... and I'm shaking Rosana!

Durante o intervalo do Super Bowl, a Netflix liberou o primeiro teaser da maravilhosa série Stranger Things (criada por Matt e Ross Duffer) com uma duração de apenas trinta segundos e que começa como um comercial de waffles da década de 70 e já nos permitiu deixar declarada aberta a temporada de caça à referências e também especulações sobre os próximos eventos que irão se desenrolar na cidade de Hawkins...

ATENÇÃO: Esse post CONTÉM SPOILERS da primeira temporada de Stranger Things, se você ainda não assistiu, prossiga por sua conta e risco. Você foi avisado.


Thessalhydra is coming...

No final da primeira temporada, quando tudo já está quase resolvido, nós temos uma cena dos quatro garotos: Dustin (Gaten Matarazzo), Lucas (Caleb McHaughlin), Will (Noah Schnapp) e Mike (Finn Wolfhard) jogando uma partida de Dangeons & Dragons novamente, e, dessa vez em vez de um Demogorgon, o monstro que o lançar de dados gera é um Thessalhydra, uma criatura que na mitologia do RPG, é um híbrido do lich Thessaldra e de uma hidra, tem oito cabeças e é quase indestrutível.

Outra referência que os fãs mais assíduos de D&D pegaram foi a edição do jogo que será usada nessa temporada, comparando a margem da página que aparece num frame do teaser com as edições do jogo da época descobriram que a escolhida foi Ravenloft, que não apenas é conhecida por ser uma das mais sombrias, mas também uma aventura de horror gótico onde os heróis enfrentam um vampiro muito poderoso que comanda de modo tirano uma terra coberta por uma névoa tóxica.



Logo após o anúncio da renovação da série, muito se especulou sobre qual o monstro seria o novo antagonista da série, e, embora nenhuma confirmação tenha sido dada pelos criadores, dá pra se ter uma ideia de que o que vem vindo não apenas pode ser algo de escala global, mas, que a coisa que pode estar vindo atrás de Will... 


Voltando do Upside Down

O que o teaser também deixou claro, foi o retorno da Eleven (Millie Bobby Brown) que no final da primeira temporada havia supostamente se desintegrado à nível molecular junto do Demogorgon, mas que pelo visto está viva em algum outro lugar...

Se lembrarmos da cena do Delegado Hopper (David Harbour) deixando waffles na floresta, podemos supor que ela talvez não esteja exatamente no Upside Down e não se pode esquecer que segundo as declarações dos Irmãos Duffer que o Dr. Brenner - o Papa da Eleven - interpretado pelo ator Matthew Modine, pode retornar.

Além disso, outra personagem que se tornou muito popular e que é bem provável que faça o seu retorno é Barb (Shannon Purser) que foi vista pela última vez como um suposto cadáver, e se o Will voltou mudado do Mundo Invertido, a Barb também pode ter mudado muito.


It's the Great Pumpkin Will Byers

Uma das coisas que também acabaram sendo destaque, tanto na primeira imagem liberada, quando no teaser, foi o fato da trama da segunda temporada se passar na época do Halloween, de certo modo parecido como a outra foi se fechando para culminar no Natal, e, não somente a nova season vai estrear em outubro, como os garotos vão estar fantasiados de Ghostbusters. 


Especiais de Halloween são tradição nos Estados Unidos e já que a Netflix já fez um especial de Natal de Sense8 é bem provável que Stranger Things honre isso nos enchendo de meta-referências de filmes e seriados da época, será que só eu quero o Dustin esperando uma visita da Grande Abóbora tipo o Linus Van Pelt dos Peanuts?

Shippar mais um sonho impossível...

O ator David Harbour já confirmou no painel da Comic-Con que o papel de Hopper vai ser um dos arcos mais importantes da próxima temporada, e infelizmente já avisou que Joyce Beyers (Winona Ryder) vai estar com um novo namorado, interpretado pelo bolinho Sean Astin, que também interpretou Sam de Senhor dos Anéis e Os Goonies.


Além disso foi dito que a nova temporada vai explorar mais o triângulo amoroso entre Nancy (Natalia Dyer) Johnathan (Charlie Heaton) e Steve (Joe Keery).

E depois do beijo no Globo de Ouro, pode acontecer algum Johnathan/Steve... ou não.. did I build this ship to wreck?

Polybius e MK Ultra


Um rumor que foi muito espalhado é de que a segunda temporada poderia continuar se aproveitando da trama envolvendo o Projeto MK Ultra - um projeto ultra-secreto ilegal de experiências realizadas pela CIA em seres humanos que ocorreu dos anos 50 até o final dos 60 e envolvia tanto métodos de tortura horríveis, quando experiências de drogas como LSD para "ampliar a mente", exatamente como foi feito com a mãe da Eleven - e usar a lenda urbana do game Polybius

O jogo Polybius supostamente teria sido um experimento governamental secreto de controle mental, para fazer seus alvos terem memórias apagadas ou implantar gatilhos mentais na população jovem, claro, na vida real esse jogo nunca foi realmente encontrado (ou foi?), mas dizem que uma das fases do jogo envolvia um monstro gigante... 

E no final o monstro é o Homem...

Outra teoria que está sendo comentada nos fóruns de gente obcecada e sem nada pra fazer tipo eu  é de que o monstro, no caso a Thessalhydra, não seria algo vindo do mesmo lugar que o Demogorgon, mas sim as vítimas desaparecidas da primeira temporada, na série o Dr. Brenner afirma que seis pessoas desapareceram, mais Will e a Barb, completando o total de oito pessoas, a mesma quantidade de cabeças que a Thessalhydra tem... 


E claro a Teoria do Demogorgon...

E claro, a teoria mais apontada pelos fãs da série: Eleven seria na verdade o Demogorgon no futuro e todo o Upside Down na verdade seria Hawkins depois de algum apocalipse nuclear ou um desastre provocado por um colapso de Eleven.

A teoria que vem ganhando muitos adeptos, tem como base a frase: "Eu sou o Monstro, Mike" e no fato de haver apenas um monstro no limbo mental em que Eleven encontra pela primeira vez a cruza de coisa ruim com cruz credo, além disso o portal que se abre não seria para uma dimensão paralela, mas sim para um futuro alternativo...


Por enquanto é cedo demais para especular mais sobre a série, existem muito pouca informação sobre os novos personagens que serão introduzidos e a Netflix segue nos deixando tateando no escuro, teremos de esperar mais alguns meses até saber o que realmente vai acontecer, então por enquanto não se esqueçam: "friends don''t lie". Confira também o nosso vídeo com as teorias:



Gostou do vídeo? Não se esqueça de se inscrever no nosso canal e compartilhar o vídeo com seus amigos que também são fãs de "Stranger Things"!

Créditos

Texto: Felipe Cavalcante


O artigo apresenta opiniões e ideias do autor do texto e não do site Co-op Geeks.

A quarta temporada da série original da Netflix "Orange is the new Black" já saiu faz um bom tempo e temos muitos pontos e críticas para discutir sobre essa temporada que de longe foi a mais dramática da série. Todos nós que assistimos OITNB sabemos que é uma série muito representativa, temos personagens lésbicas, bissexuais, heterossexuais, temos uma transexual, que inclusive é uma personagem maravilhosa. Além dos grupos raciais, negras, brancas, latinas, asiáticas... 

Mas o assunto aqui é outro: precisamos discutir os rumos da última temporada da série.

ATENÇÃO: ESSE ARTIGO CONTÉM SPOILERS SOBRE A QUARTA E TERCEIRA TEMPORADA DA SÉRIE ORANGE IS THE NEW BLACK!!

Alex Vause e Lolly


Bom, desde a terceira temporada vemos Piper tentando ser uma "força a ser temida", que vamos combinar, ela não é. Mas com todo o poder que ela achava que tinha por conta da venda de calcinhas usadas, nessa temporada Piper está se ligando mais na situação das coisas. Temos que destacar a super lotação que está acontecendo na penitenciária - tínhamos acabado a terceira temporada com um das melhores cenas da série - várias detentas no lago. 

Os sete primeiros episódios foram um tanto quanto parados, focando mais em Alex Vause e Lolly. Como na terceira temporada podemos ver que um dos guardas estava atrás de Alex, para mata-lá no celeiro. Na continuação disso vemos Lolly salvando Alex, e depois Alex matando o homem e cortando seu corpo em pedaços para enterrar na plantação de Red, o que vai trazer problemas mais tarde. 

Poussey e Soso, Judy King e Black Cindy 


Não podemos esquecer do relacionamento de Poussey e Soso que já vem sendo desenrolado desde a terceira temporada. Tendo o casal Piper e Alex numa situação um tanto quanto conturbada, vemos Alex no seu ponto mais fraco; Piper caindo na real e sendo torturada por Maria e suas amigas por conta de uma confusão onde resultou no aumento da pena da mesma. Temos a Judy King que teve um falso relacionamento com Black Cindy apenas para o seu público esquecer a imagem dela de racista. Ela também protagonizou bons momentos com o guarda Luschek.

A volta de Sophia e Nicky 


Sophia que havia sido mandada para a máxima volta, super esgotada pela falta de hormônios. Outra personagem muito querida que havia sido mandada para a máxima na terceira temporada, volta, a Nicky, que passou por momentos muito difíceis, e se considera "limpa" depois de voltar de lá sem usar nenhuma droga.

A morte de Poussey 


Em meio a todo o drama que estava sendo a quarta temporada, temos os tiros finais. Lolly sendo levada para a psiquiatria - ela era uma personagem querida para muitos; a rebelião na cantina que resultou na morte de Poussey, uma personagem tão amada por todos os fãs da série... Foi uma cena extremamente violenta e triste, Poussey sempre será muito bem lembrada.

A temporada foi boa? O que podemos esperar da próxima? 


Em geral essa temporada foi resumida em muito drama e cenas sérias, a série gosta muito de tratar com temas de estrupo, aborto, racismo e desigualdades dentro da própria prisão. Os primeiros episódios poderiam ter sido melhores, talvez alguns flashbacks ajudassem e um pouco mais de cenas que fossem realmente importar na história. A partir dos primeiros episódios o enredo foi ficando mais significativo, as coisas realmente ficaram pesadas, quem não lembra de Maritza tendo que escolher entre comer um filhote de rato ou cem moscas?

Existem muitas teorias envolvendo a quinta temporada, mas a única coisa que foi confirmada por enquanto foi que a penitenciaria ficará sem guardas, sem nenhuma segurança e óbvio que as garotas irão se aproveitar da situação.

Daya atira, ou não atira?


E o mistério que a última cena deixou, Daya apontando uma arma para o guarda, será que ela atira? É a grande pergunta deixada no final dessa temporada. Temos que lembrar que se ela atirar teremos o aumento da sua pena, e ela tem uma filha. 

Bennet cadê você para salvar sua garota? É isso aí, o que nos resta é esperar pela quinta temporada que sai no dia 9 de Junho desse ano, na Netflix. Confira o teaser:



Ficha Técnica

Título Original: Orange is the New Black
Ano de lançamento: 2013
Direção: Jenji Kohan
Elenco: Taylor Schilling, Laura Prepon, Laverne Cox, Uzo Aduba, Natasha Lyonne, Taryn Manning e Kate Mulgrew.

Créditos

Texto: Aline Oliveira

A análise possui opiniões e ideias da autora do texto e não do site Co-op Geeks.

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