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A franquia Harry Potter pode ter acabado há quase uma década com o fim dos livros e das adaptações cinematográficas, contudo isso não significa que o interesse no Mundo Bruxo criado por J. K. Rowling tenha morrido. Com a nova franquia de filmes 'Animais Fantásticos' ainda em produção pela Warner Bros. novos anúncios sobre novidades no Mundo Bruxo tem sido mais e mais comuns, reavivando o interesse dos fãs e apresentando esse mundo imaginativo para uma nova geração. Algumas têm sido consideradas motivo de júbilo para os fãs da série original e outras, além de polêmicas, não alcançaram tanto sucesso (sim, Cursed Child, estamos falando de você). Mas de que outras maneiras ainda se pode explorar o curioso e fantástico mundo de Harry Potter?

Beauxbatons, Durmstrang ou Castelobruxo?


O Mundo Bruxo é um lugar enorme e vasto e que também nunca foi totalmente explorado dentro dos livros de Harry Potter, pois sempre estivemos muito restritos à Hogwarts e, ocasionalmente, conhecendo apenas locais mágicos de Londres, como o Caldeirão Furado, o Beco Diagonal ou o Largo Grimmauld. Contudo, a partir de Cálice de Fogo, não apenas sabemos da existência de outras escolas de magia espalhadas pelo mundo, como também descobrimos que existem onze escolas entre as mais renomadas. 

Das Escolas de Magia reveladas pela escritora J. K. Rowling, sabemos de Mahoutokoro, a escola de magia do Japão, Uagadou, uma escola de magia no coração da África, Castelobruxo, uma escola de magia brasileira e Ilvermorny, a escola de magia americana. Porém, nenhuma delas sequer fez uma aparição memorável em algum dos filmes e livros. Não seria incrível se houvesse em algum ponto um personagem principal que não viesse de Londres ou que Newt Scamander, interpretado por Eddie Redmayne, precisasse visitar uma ou mais escolas de magia de outros países? Na verdade este sonho é o mais provável de acontecer agora.

Em tweets mais recentes, Rowling deu a entender que dessa vez o magizoologista acabaria fazendo uma viagem para a América do Sul, e mais precisamente para o Rio de Janeiro. Resta saber se de algum modo iremos conhecer mais a cultura bruxa do Brasil, ou se simplesmente esse vai ser um novo cenário para um novo filme. Afinal, tanto quando Newt Scamander viajou para os Estados Unidos, quanto pra França, as escolas de magia foram simplesmente esquecidas no churrasco. 

Os Marotos: a série


Este universo mágico é um lugar extenso e cheio de mistérios, com novos lugares para serem explorados e personagens que poderiam ter suas histórias contadas, mas uma ideia que tem sido ruminada pelos fãs durante muito tempo tem sido as aventuras dos Marotos, o grupo de amigos formado por James Potter, Sirius Black, Remus Lupin e Peter Pettigrew.

A autora já deu alguns teasers aos fãs sobre a vida pregressa de James e Sirius em um conto bastante curto que foi escrito para uma causa beneficente, porém seria maravilhoso se nós tivéssemos mais detalhes sobre a vida escolar dos Marotos, como eles criaram o Mapa do Maroto, os conflitos de Lupin e sua licantropia, a rivalidade entre James e Snape e, afinal, como ele e Lílian se apaixonaram...

Hogwarts: Uma História


Hogwarts: Uma História, o livro que vive sendo citado por Hermione, poderia muito bem ser adaptado para filmes ou mesmo uma enciclopédia. Os fãs mais ávidos esperam por muito tempo o momento em que J.K. vai revelar mais segredos sobre a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, pois há muito terreno que poderia ser explorado, desde a construção de Hogwarts, as relações entre os quatro fundadores: Godrico Gryffindor, Helga Hufflepuff, Salazar Slytherin e Rowena Ravenclaw, até a criação do Chapéu Seletor, como os fantasmas foram parar na escola, as origens das relíquias dos fundadores, os primeiros alunos de Hogwarts, a criação da Câmara Secreta e da Sala Precisa e outros tantos mistérios que a escola de magia esconde... 

O Livro Escocês... ou o Potterillion


Uma das grandes expectativas dos fãs, logo após a publicação de Relíquias da Morte, surgiu com a declaração de Rowling de que ela planejava escrever uma enciclopédia do Mundo Bruxo. Ela tinha planos de escrever a Enciclopédia Potter até setembro de 2009, ou como ela se referia ao projeto "O Livro Escocês", fazendo referência à peça Macbeth (que sempre é chamada de "A Peça Escocesa", pois dizem que dá azar dizer seu nome em voz alta).

Nesse caso, ainda não tivemos sorte. Em maio de 2012, a autora atualizou o seu site informando que não tinha planos firmes em escrever a Enciclopédia com o Pottermore, em construção. Agora que o site será atualizado pela terceira vez, quem sabe não existe a possibilidade de termos um tomo sobre o "Mundo Bruxo"?!

Wizards Unite! - o Mundo Bruxo em perigo


E, finalmente, nós temos os games e jogos para celulares. Apesar da recepção não muito positiva do Hogwarts Mystery, por causa dos problemas do jogo e as questões de compra de energia para continuar jogando, existe um novo jogo que está sendo lançado, o Wizards Unite! - um game de realidade aumentada baseado no universo do Mundo Bruxo, desenvolvido pela Niantic, a produtora do Pokémon Go, com a Warner Bros..

Segundo seus produtores, o jogador poderá fazer feitiços, encontrar personagens icônicos da série, duelar contra outros bruxos e se reunir com outros jogadores para derrotar inimigos. O trailer do jogo saiu recentemente, porém ainda sem nenhuma data de lançamento.

Assista o trailer:



Essas são as possibilidades para uma futura expansão do Mundo Bruxo. E vocês, o que gostariam de ver de novidade no Wizarding World de Harry Potter?

Malfeito feito!

Créditos:


Texto: Felipe Lima
Revisão: Felipe Lima e Bruno Bolner

O artigo apresenta as opiniões do autor do texto e não do site Co-op Geeks.

A adaptação da série de livros As Crônicas de Gelo e Fogo do autor de G.R.R Martin, Game of Thrones, está chegando ao fim, recebendo um saldo de críticas mistas a negativas, polêmicas e, com toda certeza, sendo um marco na história da televisão. E apesar das decisões controversas e grandes desvios de rota nos roteiros, os criadores da série D&D (David Bennioff e D.B. Weiss) poderem se congratular sobre a enorme produção televisiva que é Game of Thrones, nos livros há uma abundância de personagens e arcos que poderiam enriquecer ainda mais a trama da luta épica pelo Trono de Ferro e o poder em Westeros. Então, pegando emprestado uma lista do nosso colaborador do twitter, @Lerdog, estes são alguns personagens d'As Crônicas de Gelo e Fogo que foram cortados na série.


ATENÇÃO!! O texto a seguir poderá conter conteúdo considerado SPOILER dos livros "As Crônias de Gelo e Fogo" e da série "Game of Thrones".

10 - Falyse Stokeorth


Falyse Stokeworth é uma mulher da nobreza que não tem muita sorte e está presa num casamento de dez anos totalmente falho com o cavaleiro Balman Byrch, com quem nunca teve filhos, e é irmã de Lollys Stokeworth, uma jovem com pouca inteligência que é atacada e violentada por "meia centena" de homens durante o tumulto em Porto Real. A existência de Falyse é relevante basicamente para mostrar como Cersei lida com as menores inconveniências em sua vida.

Durante o livro O Festim dos Corvos, Lollys se casa com Bronn e dá à luz um bastardo, fruto do estupro coletivo, e ele recebe o nome de Tyrion, o que enfurece Cersei que acredita que aquilo é um ato de traição. Ela trama a morte de Bronn com Falyse e o seu marido, mas o tiro acaba saindo pela culatra e a própria Falyse acaba sendo exilada de casa, pedindo auxílio de Cersei que a entrega para ser cruelmente usada nas experiências de Qyburn. 

9 - Willas Tyrell



Willas Tyrell, o filho mais velho e herdeiro de Jardim de Cima, a sede da Casa Tyrell, é um dos homões personagens mais decentes e nobres dos livros. Um nobre erudito, estudioso e gentil, que é conhecido por criar os melhores gaviões, cavalos e cães de caça dos Sete Reinos, porém, que sofreu um terrível acidente quando jovem, em uma justa contra Oberyn Martell, o Víbora Vermelha, que o deixou coxo de uma das pernas. Isso causou ainda mais inimizade entre as duas famílias, os Tyrell e os Martell. Contudo, Willas não guardou rancores por causa do acidente e ainda se correspondia com Oberyn.

Há algumas teorias de fãs que dizem que eles poderiam ter sido amantes e há pelo menos um longo vídeo de teorias supondo que Willas poderia ter sido um personagem P.O.V. dos livros. Seria interessante se pudéssemos ter explorado mais as minúcias da Casa Tyrell e dos personagens residentes da Campina.

8 - Jeyne Poole


Há muito o que falar sobre Jeyne Poole, uma personagem menor no início dos livros e da série e a melhor amiga de Sansa em Winterfell. Jeyne viaja junto de Sansa para Porto Real e fica confinada com ela durante o massacre dos nortenhos após a prisão de Eddard como traidor, e depois é entregue a Mindinho, que diz que encontrará um lugar para ela. É sugerido muito fortemente que, durante todo o tempo na Guerra dos Cinco Reis, Petyr Baelish deixou Jeyne em suas casas de prostituição sendo treinada para "servir bem a um homem". Depois desse período, Jeyne é entregue para ser casada com o único herdeiro do lorde Roose Bolton, o bastardo Ramsay Bolton, onde ela é forçada a dizer que é Arya Stark para consolidar a posse de Winterfell para os Bolton. Porém Theon, que naquela época já havia sofrido as torturas de Ramsay, reconhece a "Falsa Arya" e entra num dilema entre sobreviver como um homem quebrado ou resgatar Jeyne dos abusos monstruosos de Ramsay.

A série entrou numa grande polêmica ao adaptar este arco narrativo por alguns motivos: o primeiro foi cortar a história trágica de uma personagem que sofre abusos sexuais e psicológicos para destiná-los à Sansa Stark, desconstruindo a crescente da personagem. A cena de estupro de Sansa e seu arco foram extremamente problemáticos, dado que nos livros e na série o foco é a decisão de Theon, mesmo que a tragédia de Jeyne seja tratada com toda a delicadeza que G.R.R. Martin pôde abordar, com influências diretas ao gótico feminino e uma virada no arco de Theon. A série infelizmente perdeu bastante a oportunidade de ter uma das tramas mais fortes d'As Crônicas de Gelo e Fogo retratadas com dignidade. 

7 - Lady Stoneheart


Uma das viradas mais chocantes d'As Crônicas de Gelo e Fogo, a presença da Senhora Coração de Pedra (Lady Stoneheart) foi cortada da série na quarta temporada. No episódio final da terceira temporada, a adaptação da primeira metade do livro A Tormenta de Espadas, após o massacre do Casamento Vermelho, os corpos de Robb Stark e de Catelyn Tully são vandalizados e deixados insepultos. O corpo de Robb é costurado com a cabeça do seu lobo gigante, Vento Cinzento, e Catelyn é despida e jogada no rio, num deboche das tradições funerárias da família Tully.

Mais tarde, Arya tem um sonho com a sua loba, Nymeria, encontrando o corpo da mãe e retirando-o do rio, já depois de três dias, porém um grupo de humanos chega e a loba foge. Quem encontra o cadáver são alguns membros da Irmandade Sem Bandeiras, além de Beric Dondarrion e Thoros de Myr, o sacerdote vermelho, a quem Beric pede que ressuscite lady Catelyn, quando a reconhece. Thoros, porém, recusa, afirmando que ela havia morrido há muito tempo e não sabia quais as consequências de tentar aquilo, então, Beric decide fazer o ritual ele mesmo e acaba trocando a vida com Catelyn, que retorna como uma sombra de si mesma, uma criatura cheia de uma fúria vingativa contra Lannisters, Boltons e Freys.

6 - Val, a selvagem


Val, é uma dos selvagens, irmã de Dalla, a esposa de Mance Rayder, o Rei-Pra-Lá-da-Muralha. Ela é corajosa, firme e nos oferece mais da visão pragmática e dura dos Selvagens. Val veste apenas roupas brancas, peles de ursos polares e arminhos brancos com um rosto de um represeiro marcado em vermelho, representando sua crença nos Velhos Deuses.

Ela é aprisionada depois da derrota dos selvagens na Batalha de Castelo Negro, onde ela reside durante um bom tempo cuidando do filho recém-nascido de Mance Rayder, antes de ser enviada para negociar com Tormund para se juntar na defesa da Muralha. Val também sugere que Shireen pode não estar completamente curada da escamagris. Na série ela foi quase adaptada, dentro da personagem Karsi, no episódio "Hardhome", infelizmente a personagem não durou muito... 

5 - Quentyn Martell 


Quentyn Martell, o segundo filho de Doran Martell, é um personagem que tem uma longa jornada, uma missão e um sonho em seu coração. Servindo como o maior exemplo de "acredite no seu potencial", Quentyn atravessa meio mundo, cruzando Essos em direção a Meeren para propor casamento a Daenerys Targaryen, conforme prometido em segredo a Casa Martell. Contudo, quando Quentyn chega em Meeren, a Rainha e Mãe dos Dragões simplesmente recusa a sua oferta, uma vez que ela já estava prometida pro nobre local Hizdrah zo Loraq, como uma forma de apaziguar a cidade e evitar as mortes que estavam acontecendo ali.

Decidido a não ir embora de mãos abanando, Quentyn decide que vai roubar um dos dragões de Daenerys na viagem de volta para Dorne, porém aqui nós percebemos que os dragões não são criaturas fáceis de domar (ouviu Jon Snow?) e ele simplesmente é queimado vivo por um deles, libertando-os para causar o terror em Meeren e adiantando o conflito na cidade, além de, claro, criar uma futura dor de cabeça para Daenerys quando ela chegar em Westeros. Afinal, como ela vai explicar que um de seus dragões matou o filho de um dos seus poucos aliados?

4 - Arianne Martell


Arianne Martell é a herdeira de Dorne e causadora de uma enorme trama dentro das areias dornesas. A filha de Doran Martell e irmã mais velha de Quentyn, quando desconfia que o pai não a fará a herdeira legítima de Dorne, resolve tramar um plano com seus aliados: coroar Myrcella, a filha de Cersei que está em Lançassolar, como a herdeira do Trono de Ferro pela lei dornesa e fazer com que ela ascenda ao trono declarando-a como princesa de Dorne. Para isso, ela seduz o cavaleiro da Guarda Real, Arys Oakenheart (que como um cavaleiro da Guarda, não poderia tomar mulheres ou possuir terras), para ajudá-la no seu plano, porém, alguém os trai, o cavaleiro morre e Myrcella perde uma orelha.

3 - Penny (ou Merreca)


Uma das personagens pouco valorizadas por muitos, mas que faz uma grande diferença na trama para Tyrion, a Merreca, é uma anã que fazia parte de uma trupe de pantomimeiros, que realizava apresentações teatrais e de comédia com seu irmão, Oppo. Faz sua primeira aparição em A Tormenta de Espadas, pois ela é um dos anões que faz parte do espetáculo vexatório durante o casamento de Joffrey, para causar uma justificativa para a acusação de Tyrion como o autor do assassinato do rei.

O irmão dela, eventualmente, acaba perdendo a cabeça e isso a coloca no caminho de Tyrion enquanto ele está em Essos, e ali ele é confrontado com as consequências de suas ações e com os seus próprios demônios, sendo forçado a avaliar os seus privilégios e tudo o que ele odeia em si mesmo. Uma oportunidade perdida para a série de engrandecer ainda mais a história do Tyrion... 

2 - Cetim


Cetim é um recruta da Patrulha da Noite, um ex-prostituto de Vilavelha que se torna o intendente pessoal de Jon Snow, quando ele se torna Lorde Comandante da Patrulha. Ele é descrito como bonito, jovem e muito bom arqueiro (algo que o personagem da série Olly, acabou absorvendo), e causa revolta em membros antigos da patrulha, como Bowen Marsh, quando ele é escolhido para dar assistência a Jon, e se torna um dos motivos pelos quais os patrulheiros optam por um motim contra Jon.

1 - Jon Connington e Jovem Griff



Jon Connington era o Lorde de Poleiro do Grifo, um dos melhores amigos do príncipe Rhaegar Targaryen e foi durante um momento a Mão do Rei de Aerys II, o Rei Louco. Lutou contra Robert Baratheon durante a Rebelião, sendo derrotado e deixando Robert escapar, perdendo o seu título e sendo exilado para Essos, onde supostamente ele teria se matado de tanto beber.

Contudo, nos livros descobrimos que isso não é verdade e que Jon Connington na verdade está vivo, tendo se aliado à uma das mais renomadas companhias de mercenários, a Companhia Dourada, e está vivendo em segredo como o Velho Griff, supostamente protegendo Aegon, o filho do príncipe Rhaegar.

Além disso, conforme lemos os capítulos do ponto de vista dele, descobrimos que Jon Connington tinha uma paixão por Rhaegar, então, não apenas temos um personagem misterioso e com um conflito, como também alguém com uma história trágica.



E esses são os personagens de As Crônicas de Gelo e Fogo que foram cortados da série. A season finale de Game of Thrones estreia nesse domingo, 19 de março, na HBO. Comentem quais são os personagens que vocês gostariam que tivessem sido adaptados para série e lembrem-se sempre: Valar Morghulis.

Créditos


Lista de personagens: @lerdog
Texto: Felipe Lima
Revisão: Felipe Lima e Bruno Bolner

O artigo apresenta as opiniões dos autores do texto e não do site Co-op Geeks.

A Disney prometeu relançar seus clássicos animados em versões live actions. O primeiro filme deste novo pacote de entrega dos produtores foi Dumbo, digirido por Tim BurtonO filme foi mal de bilheteria nos EUA ($89,9 milhões) e, no mundo, as maiores bilheterias foram China ($10,7 milhões), México ($7,2 milhões) e Japão ($2,4 milhões). A intenção do estúdio era arrecadar entre $137 e $155 milhões, mas faturou $119,5 milhões internacionalmente.

Será que o desempenho considerado ruim de Dumbo vai afetar os planos da gigante do entretenimento? Duvido. Por isso, veja a seguir a listinha com as próximas 9 animações em suas versões live actions que a Disney nos promete:

Aladdin


Aladdin tem estreia programada para 23 de maio de 2019, traz Will Smith no papel de Gênio da Lâmpada e a volta da aventura no deserto no estilo Príncipe da Pérsia para as telonas. O trailer também mostra piadas mais atualizadas e a música tema maravilhosa... já até me arrepiou e vou começar a chorar agora… desculpa gente, Aladdin, tapete mágico, essas coisas mexem comigo… 

Mulan


Meus amigos e minhas amigas imaginárias, a China se tornou o principal mercado para Hollywood nestes últimos 10 anos, por isso, teremos Mulan, uma protagonista chinesa chutando bundas por aí. E será lindo! O filme foi anunciado em 2016, sob direção de Niki Caro, e será lançado em 2020. A expectativa é que os roteiristas consigam atualizar o tema, assim como fizeram em A Bela e a Fera, levando em conta as críticas dos estereótipos em cima das princesas Disney. Aqui, nesta história, tem muito babado, e quem assistiu Once Upon a Time, série de TV da Sony, sabe bem do que estou falando…

A Pequena Sereia


Tida para muitos como a mais tonta das princesas, Ariel dará o ar de sua (sem) graça nos cinemas com a missão de transportar o público para o fundo do mar. Nem o elenco, nem a data de estréia foram definidas para A Pequena Sereia voltar às telonas. Mas uma coisa a gente já definiu: vamos mudar esse roteiro aí, produção... deixar a mina muda pra daí conseguir casar… não estamos podendo atualmente.

A Dama e o Vagabundo


O que esperar de um live action da duplinha mais macarrônica do cinema? Não muito... Honestamente, as expectativas para o filme é a menor desta lista aqui. O visual dos cãezinhos é parecido ao do filme original de 1955 e seu lançamento está marcado para a estreia da plataforma Disney+ (serviço de streaming da gigante), que deve chegar ao mercado americano em 12 de novembro deste ano. Vamos aguardar para ver o clássico beijo entre A Dama e o Vagabundo?

Lilo & Stitch


Ohana!
Uma dinâmica de família disfuncional bem animada, que promete boas risadas. Não sabemos se a trama original de Lilo & Stitch será modificada, mas a amizade incomum entre uma jovem havaiana e seu "cachorro" alienígena devem ser retratados no mesmo estilo Mogli - O Menino Lobo, fazendo uso da mescla de atuações com atores e efeitos especiais incríveis! O filme ainda não ganhou data de lançamento.

Malévola: Dona do Mal



Malévola: Dona do Mal, ou Malévola 2 para os mais íntimos, promete trazer mais sobre a relação entre a bruxa e a princesa Aurora. O filme é um dos mais criativos da lista, porque subverte a história dando espaço para a empoderada (e injustiçada, talvez) vilã contar a sua versão dos fatos. Na mesma linha de Frozen, a Disney passa a olhar o amor em sua face fraternal. Aliás, sem spoiler do primeiro filme, o fim que Malévola dá para seu coração ferido é simbólico e Freud explica. Aqui entre nós do Co-op Geeks, eu estou crendo que esta bilheteria vai arrasar, mélbein. O filme estreia em 17 de outubro.

Peter Pan


David Lowery foi contatado após Meu Amigo, o Dragão para dirigir uma nova versão live action de Peter Pan, que é outro filme ainda sem data de lançamento. Não sei vocês, mas eu tenho a impressão que Piratas do Caribe revive por aqui...

Cruella


Seguindo a receita de sucesso de Malévola, Cruella trará Emma Stone como a vilã dos Dálmatas em uma atmosfera “punk rock” dos anos 1970. Craig Gillespie, diretor de Eu, Tonya, comandará o longa. Ainda não foram revelados outros detalhes sobre o filme, mas eu colocaria minhas fichas nele. Malévola, Mulan e Cruella com certeza farão a multimilionária Disney ainda mais rica.

O Rei Leão




Já compartilhamos o mais recente poster de O Rei Leão nas nossas redes sociais e foi unânime: todo mundo está com o hype lá em cima! Deixe aí nos comentários se você acha que a polêmica do Oscar ser ou não irmão de Mufasa vai ser resolvida nesta versão. Além de felíneos fofíneos, o filme traz um elenco de estrelas na dublagem dos personagens, como Beyoncé, Donald Glover e Seth Rogen. A estreia está prevista para 17 de julho de 2019. Estamos ansiosos!


Outros clássicos revelados pela produtora a ganhar este formato foram O Corcunda de Notre Dame, Branca de Neve e os 7 Anões, Pinóquio, A Espada era a Lei, Sininho e Uma Noite no Monte Calvo.

De todas as produções que estão para estrear, qual é a sua favorita? Qual será a pior de recepção de público? Deixe seus comentários aqui embaixo e compartilhe a palavra com os amigos todos, porque a nostalgia promete <3

Créditos

Texto: Valentina Gaztañaga
Revisão e imagens: Bruno Bolner


Este artigo apresenta as opiniões do autor do texto e não do site Co-op Geeks.

Mais um produto brasileiro para o mundo via Netflix. A série Coisa mais linda estreou no último 22/03 reforçando o papel importante na disseminação de conteúdo “estrangeiro” dos streamings de vídeo, mesmo que algumas produções sejam assinadas depois de completamente prontas em território nacional. Mas isso, finge que você não leu. É da Netflix agora haha.

Coisa mais linda tem o Rio de Janeiro como lugar e a década de 1960 como tempo. Explora pouco as cenas externas, mas tem um colorido da fotografia bem empolgante.  O time de atrizes é excelente, com a volta da Mel Lisboa (se você não viu a série da Globo Presença de Anita, vale a pena, é inspirada no livro Lolita de Vladimir Nabokov) e a atriz Maria Casadevall como personagem principal. A série conta a história de mulheres e da luta contra tudo o que se opõe ao fato de simplesmente “ser mulher”. Desafios pessoais, relacionamentos falidos, independência financeira, conquista de espaços e muito mais. Você pode sentir ares de qualquer manifesto feminista, mas aí eu venho para te lembrar que todo objeto de entretenimento é em si um produto. Feminismo ou Feminismos (prefiro no plural) são outra coisa.

A violência doméstica também é retratada, mas o recorte é sempre um desafio. A vida privada de relacionamentos decadentes é bastante turbulenta, mas em casos assim prefiro que o roteirista lembre quem está assistindo que o tapa tem consequências jurídicas e sociais. Às vezes exibir a agressão por si termina sendo um desserviço. E aqui respiramos fundo.

Fetiche? Claro!, você vai encontrar aos montes. Da moda hipster a muito cigarro na boca de lindos lábios vermelhos e uísque. O repertório musical promete bossa nova, mas você termina escutando Cazuza, o que mostra um conflito de interesses da idade do público para o qual a série foi desenvolvida. Seria a faixa dos 30/40 anos? Desconfio que sim.


Sem adiantar a trama, mas incentivando que você tire suas próprias conclusões, os dois primeiros episódios dão um tom importante desmembrando a história de cada uma das quatro personagens. Tramas distintas, mas que se unem ante a um desejo em comum: o grito de independência. A personagem da atriz Patrícia Dejesus, com certeza, é a mais complexa e a única que aponta ao pilar social do feminismo. E de novo, meus queridos amigos imaginários, não há como descolar do(s) feminismo(s) questões como racismo e desigualdade social.

Os episódios que levam ao fim da série são mais arrastados, mas o gancho para a segunda temporada está ali. Se você curte o clima de club de jazz e simpatiza com as atrizes, vale encarar uma maratona com as amigas. Dá pra fazer as unhas umas das outras e bebericar um drink desses com azeitona dentro (ou um refrigerante se você for menor de idade!). É algo para levantar o moral das meninas.

Mas (sim eu sempre carrego muitas conjunções adversativas no meu bolso), acho que você poderia passear por outras produções depois, como a versão audiovisual da graphic novel Persepolis (2008), de Marjani Satrapi, o filme brasileiro Nise – O Coração da Loucura (2016) sobre a médica psiquiatra Nise da Silveira ou ainda o filme americano Minha Casa Rosa (2017) de Courtney Moorehead. Opções sobre “filmes com mulheres fortes” (sim, esta expressão é uma das tags na Netflix) não faltam. A dica é escolher aquelas que fazem a diferença para o coletivo. <3

Créditos

Texto: Valentina Gaztañaga
Revisão e imagens: Bruno Bolner

Este artigo apresenta as opiniões do autor do texto e não do site Co-op Geeks.

Sim, parece muito contraditório, mas no universo da cultura pop uma distopia pode dar muito errado, se perder em corridas labirínticas como em Maze Runner ou ser tachada a la Jogos Vorazes genérica, como a saga Divergente. O pior não tem limite. Você vai ouvir esta frase muitas vezes em sua jornada neste canto escuro das grandes histórias.

Um futuro distópico é um espaço-tempo onde tudo o que poderia dar errado, (fu)deu. Logo, vem os problemas por parte da construção dos personagens que precisam aprender a viver sob um novo paradigma ainda a ser elaborado, construído, testado e passado como cultura às próximas gerações.

Neste sentido, a carga política das histórias está presente como ponto focal e a partir dos conflitos entre Estado e indivíduo, o desenrolar dos acontecimentos sucede. Há um encolhimento das liberdades individuais e a luta pela sobrevivência é o que permeia e dá cor ao gênero. Resumindo, significa que em uma distopia um novo grupo assume o controle dos meios de produção, como a água em Mad Max ou a terra em Waterworld, e de maneira autoritária impõe suas “leis” aos demais.

Se você é assinante da Netflix tem pelo menos 5 distopias que deram certo para assistir no final de semana.

Os Filhos da Esperança



Os filhos da esperança (Children of men), do diretor Alfonso Cuarón (sim, o mesmo que dirigiu Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban), traz marcas de um tempo de intolerância extrema e repressão, em que seres humanos são enjaulados nas ruas e controlados como pragas em um contexto onde nenhum outro bebê nasce há 18 anos. O filme tem uma fotografia eletrizante e em algumas cenas faz questão de embarcar quem está assistindo para dentro da história, com direito a respingos de sangue na lente da câmera. É como uma mensagem subliminar: “ei, você está sentado aí assistindo a tudo isso sem fazer nada…”.

Amores Canibais



Amores Canibais (The Bad Batch), da diretora Ana Lily Amirpour, vem na contramão da seriedade com a qual geralmente se costuma construir uma narrativa distópica. Emplaca cenas de gore em um saudosismo à Jogos Mortais (o primeiro filme da franquia), humor negro e Keanu Reaves (e se você ainda não viu a trilogia Matrix, corre, ela é a nave-mãe das distopias na alvorada dos anos 2000). Jason Momoa no papel de um sarado adepto à proteína também contribui para os ares de humor desta distopia bastante calórica.

WALL-E



WALL-E é uma animação da Pixar que vale a pena rever. Principalmente, porque os temas ali como a questão do destino do lixo, dieta humana, inteligência artificial e conquista espacial ainda são super presentes no imaginário dos diretores atuais. É um bom filme de iniciação para quem procura assistir em família e tentar elevar o nível de discussão do jantar.

Waterworld



Waterworld, do diretor Kevin Reynolds, é um clássico distópico da década de 1980 que inspirou muitas outras distopias naturais (onde a escassez de um recurso natural é parte das dificuldades na luta pela sobrevivência). Vale a pena assistir como curiosidade, mas já adianto que é muito mais provável que se algo assim acontecer (se já não está acontecendo) é a água que será escassa.

O Vingador do Futuro



O Vingador do Futuro (Total Recall), do diretor Paul Verhoeven, é um remake do clássico com Arnold Schwarzenegger de 1990, baseado em um livro de Philip K, Dick (autor clássico de ficção científica). Polêmico entre os fãs, traz dentro do gênero das distopias a cultura cyberpunk como pano de fundo (a decadência através da tecnologia). Com algumas dúvidas sobre a atuação de Colin Ferrell, o diretor consegue atualizar alguns temas, mas sem grandes pretensões políticas.

E se você quiser ir além da rede, pode procurar o clássico dos clássicos, o filme de Orson Wells sobre o livro 1984 de George Orwell. Obra que está no imaginário de todo diretor de distopia. Vale lembrar que uma distopia não é necessariamente um filme pós-apocalíptico. A distopia se caracteriza pela retomada da atividade social, mas com temas morais e éticos invertidos, autoritários, com liberdades individuais cerceadas e geralmente sem final feliz para ninguém. Já no gênero pós-apocalíptico o retrato da sobrevivência é dado no momento seguinte ao acontecimento que destrói a ordem vigente. A distopia se passa quando as pessoas voltam a se organizar em sociedade só que de maneira repressora.

Outros filmes como Distrito 9 e a quadrilogia Jogos Vorazes também são exemplos de distopias que deram certo, por mais contraditório que isso possa parecer. Comenta aqui embaixo, que outra distopia você viu na Netflix?

Créditos

Texto: Valentina Gaztañaga
Revisão e imagens: Bruno Bolner

Este artigo apresenta as opiniões do autor do texto e não do site Co-op Geeks.

X-Men: Fênix Negra e Os Novos Mutantes serão os novos lançamentos da série de filmes dos mutantes produzida pelos estúdios FOX, e muito provavelmente os últimos, considerando a compra do estúdio pela Disney, sendo o primeiro, uma nova oportunidade de contar corretamente a Saga da Fênix Negra, e o segundo, um filme dirigido por Josh Boone (A Culpa é das Estrelas). Estariam eles levando a saga dos mutantes para uma nova direção e permitindo que os filmes do universo dos X-Men comecem a se renovar antes de emergir e afundar no MCU?



O lado sombrio dos mutantes

O trailer de Novos Mutantes foi liberado já há algum tempo, e surpreendeu as pessoas de diversas maneiras, algumas de um modo positivo, outras não, pela sua abordagem sombria e bem próxima de um filme de terror adolescente.



De um certo modo, essa mudança de tom parece muito apropriada para essa equipe de mutantes, afinal, mais que todos os outros, eles são adolescentes e as mudanças que eles sofrem são muito extremas, na mesma equipe temos Miragem, que tem o poder de telepaticamente criar ilusões dos medos e desejos dos seus inimigos, temos a Lupina, interpretada por Maisie Williams, que tem o poder de se transformar em uma loba, e que tem um passado sombrio relacionado com abuso de um reverendo quando vivia na Escócia e sendo extremamente religiosa, além da Magik, interpretada por Anya-Taylor Joy (A Bruxa, Fragmentado), que possui poderes relacionados a demônios e necromancia, além de ter sido sequestrada aos 6 anos de idade para uma dimensão chamada Limbo. 




Além disso, outros elementos que adicionam o elemento creepy no filme é a instalação onde os adolescentes estão presos, com as lápides de mutantes anteriormente, mostrando que a equipe que os mantém presos ali está apenas interessada no uso e provavelmente experimentos que podem ser feitos nos mutantes. 



Novos mutantes, é claro...




Mas, o que parece reforçar um sucesso e continuação dessa linha de filmes seria justamente a possibilidade de apresentar novos mutantes para a equipe, considerando que eles serão sempre adolescentes aprendendo a lidar com seus poderes e com vilões menores e até mesmo sobrenaturais, o vilão deste primeiro filme foi confirmado sendo o Urso Demoníaco, uma entidade que assombra os sonhos de Miragem, que possui uma conexão com ele, devido a sua descendência nativo-americana, além disso, o diretor, Josh Boone já declarou que tem planos de ter pelo menos duas sequências. E, claro, que dentro da nova posição que os mutantes estão agora dentro da Disney, essa possibilidade do filme ter uma sequência e entrar dentro do Universo Marvel é bem grande. 


A Fênix Negra ressurge




X-Men: Fênix Negra, contudo, ao contrário do que a onda de renovação que filmes como Logan, Deadpool e Os Novos Mutantes têm oferecido, parece muito mais um lamentoso canto do cisne da franquia dos mutantes produzida pelos estúdios Fox, apesar do sucesso anterior de X-Men: Primeira Classe e uma recepção boa para mista de Dias de Um Futuro Esquecido, a nova equipe dos X-Men ainda não foi bem estabelecida, do mesmo modo que nas HQs para justificar uma nova adaptação da Saga da Fênix, porque justamente ainda não nos importamos com o romance da Jean e do Ciclope, ainda não vimos os relacionamentos dela com os outros membros da equipe e não os vimos crescer como colegas e amigos, coisa que pode ser estabelecida em Novos Mutantes desde o começo.


Além disso erros anteriores só parecem crescer aos nossos olhos quando olhamos para esse filme, como a exageração do papel da Mística, interpretada por Jennifer Lawrence, que aparece muito menos azul do que deveria nas imagens do trailer e parece que será o pivô de mais conflitos dentro da equipe dos mutantes, especialmente entre Hank Pym e Xavier.

I'm not saying they are aliens, but...




Mas, existem outros elementos que se tiverem sido trabalhados de uma maneira nova e interessante podem adicionar bastante ao universo dos mutantes, ainda que ele esteja fadado ao reboot para se encaixar dentro do Universo Cinematográfico da Marvel.


A personagem de Jessica Chastain ainda não possui uma identidade confirmada, sendo referida apenas como Agente Smith, e supostamente tendo poderes de metamorfose. Especula-se que ela poderia ser, na verdade, Lilandra, a imperatriz do Império Shi'ar e isso expandiria as possibilidades de como os mutantes surgiram no mundo, e rezemos, não aconteça o mesmo que aconteceu com os Inumanos.

Ainda assim, existem outros rumores de que na verdade ela seria Cassandra Nova, a irmã de Charles Xavier que foi morta ainda no útero da mãe, mas cuja consciência ainda teria sobrevivido e jurado vingança contra o irmão (sim, os mutantes tem uns plots estranhos às vezes...), embora as chances para isso sejam poucas.


Enfim, teremos de esperar mais notícias para saber qual será o futuro para os X-Men nos cinemas e o que será dessa nova geração que mal se formou e provavelmente não irá sobreviver muito tempo, de novo...





Créditos


Texto: Felipe Lima

Revisão: Felipe Lima e Bruno Bolner



Este artigo expressa opiniões do autor e não do site Co-op Geeks.



Todo nerd que se preze curte uma boa ficção científica, seja sobre uma experiência que deu errado, alienígenas ou viagem no tempo. O importante é desafiar as leis da ciência e da física de um jeito crível e, ao mesmo tempo, fantástico. Para ajudar você a escolher seu próximo vício futurístico, separei algumas sugestões de seriados.

1 – V


V é baseado no seriado homônimo dos 1980. Essa releitura de 2009 conta a história de alienígenas aparentemente idênticos aos humanos que chegaram à Terra em busca de água e minerais. Endeusados por sua tecnologia e aparência, logo alguns personagens descobrem que a intenção desses seres intergalácticos vai muito além de apenas uma visita.

Com uma história repleta de reviravoltas e a incrível Morena Baccarin (Deadpool) como antagonista, essa série acabou sendo cancelada após a segunda temporada deixando os fãs desolados e sem final. Na época, até fizeram uma campanha enviando centenas de cartas para a emissora ABC pedindo a renovação do programa, que infelizmente, nunca mais irá dar as caras. Mesmo assim, a história tem um desenvolvimento tão marcante que merece ser apreciada pela galera fã de sci-fi.

2 – Ascension


Um projeto ousado, e secreto, dos Estados Unidos envia uma nave com centenas de tripulantes para uma missão só de ida para um novo planeta. O mais interessante, é que isso ocorreu nos anos 1960, em plena guerra fria, e toda tecnologia analógica da época está presente. Após 50 anos de viagem, a tripulação da Ascension testemunha o primeiro assassinato da nave, levando os personagens a uma série de revelações sobre o real motivo da existência do projeto.

Apesar de seu tema superinteressante, Ascension é uma minissérie com apenas seis episódios. Foi produzida pelo canal Syfy em parceria com a CBS em 2014. Este é mais um daqueles seriados que valem a pena pela premissa intrigante.

3 – The Expanse


Daqui a 200 anos, a humanidade terá colonizado o sistema solar, mas não terá se libertado de seus problemas políticos. Marte, um planeta independente, compete com a Terra sobre os recursos naturais presentes em todo o sistema, enquanto os moradores do cinturão de asteroides são explorados pelos marcianos e terráqueos, vivendo em condições precárias.

The Expanse possui uma trama política complexa que vai se desenvolvendo no decorrer dos episódios. Elogiado pela crítica, também foi cancelado após a sua terceira temporada. A boa notícia é que o serviço de streaming Amazon Prime Vídeo comprou os direitos do canal Syfy para produzir os novos episódios.

4 – The 100



Após um apocalipse nuclear, as estações espaciais que estavam em órbita se juntam para formar a Arca e permitir a sobrevivência dos tripulantes até a Terra se tornar habitável novamente. 97 anos depois e com recursos cada vez mais limitados, as regras da estação espacial ficaram mais rígidas. Todos os crimes são punidos com a morte se o infrator for maior de 18 anos, enquanto os jovens são encarcerados até atingir a maioridade. Para testar as condições de sobrevivência do planeta, 100 desses delinquentes são enviados à Terra com a missão de comprovar se é seguro para os humanos retornar.

Repleta de personagens mulheres em papéis de liderança, The 100 surpreende por ser uma série teen que não se prende ao básico. Com uma trama consistente, continua surpreendendo mesmo depois de cinco temporadas. Vale também ressaltar a representatividade que o programa traz com seus personagens LGBT, asiáticos e negros.

5 – Westworld


Deixando o espaço um pouco de lado, Westworld é uma megaprodução do canal HBO. Na história, um parque de diversões baseado no velho oeste americano é povoado por robôs idênticos aos humanos. Os visitantes pagam milhares de dólares para fazer o que quiserem com as máquinas. O que eles não esperavam é que a criatura não obedeceria o seu criador para sempre.

Um dos maiores destaques do enredo de Westworld é o questionamento sobre o que é ser humano. Pode até parecer confuso no começo, mas não desista. É possível criar diversas teorias enquanto tentamos desvendar as verdadeiras motivações dos personagens, além de se surpreender descobrindo que todas estavam erradas.

Créditos

Texto: Angelo Prata
Revisão: Bruno Bolner


Este artigo apresenta as opiniões do autor do texto e não do site Co-op Geeks.

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