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Entre os jogos indie, Undertale é bem popular. Parte disso foi a grande repercussão de teorias, possibilidades e escolhas que o jogo proporciona ao jogador. Criado por Toby Fox, o jogo recebeu em 2016 uma indicação no Vídeo Game Awards na categoria "Melhor História" competindo com grandes nomes como: Until Dawn, The Witcher 3 e Life is Strange, uma marca muito grande para um  jogo lançado com apenas um produtor: Toby Fox  escreveu  o roteiro, compôs a trilha sonora e programou o jogo de forma totalmente independente. Inspirado em jogos de 8 bits como Mother (1989) e Mario World e algumas séries. O jogo foi anunciado em 2013 e lançado em 2015, e possui três finais diferentes, muitas possibilidades, cabendo a você decidir o que o protagonista vai fazer.  

O Mundo dos Monstros

A introdução do jogo traz uma curta explicação que situa o jogador no local ao qual o personagem está, e o insere ao mundo dos monstros: "Antigamente os humanos e os monstros viviam em paz, até que um dia houve uma guerra. Os humanos se saíram vitoriosos e selaram os monstros no subsolo com um feitiço".

Uma criança que andava no "Monte Ebott" acabou caindo e é ai que o jogo começa.


Uma das coisas que fazem Undertale ter a fama que tem, são as possibilidades. No jogo o protagonista é você, sendo assim quem faz as escolhas e decisões que afetam o jogo é somente você. O efeito borboleta, que vem sendo muito apresentado recentemente, é a principal mecânica do jogo, sendo assim "Cada ação, sua consequência".

O Jogo é Imersivo

Além de reflexões e puzzles, o jogo tem personagens muito divertidos e que com certeza você vai gostar, além do tempo passar rápido e proporcionar emoções ou alguma identificação com os personagens, como os irmãos Sans e Papyrus que tem uma relação um tanto engraçada, entre outros personagens que lembram nossos dias, como sonhos de carreiras, amigos queridos e situações que nos fazem repensar.

Além de fazer críticas ao nosso mundo, como guerras e atitudes desnecessárias, programas influenciadores e exagerados, entre outros...

Confirmado pelo próprio criador, o protagonista (Frisk) é andrógeno, sendo assim tornando o jogo ainda mais imersivo, com um personagem não necessariamente masculino ou feminino você pode dar mais características suas.

Com mapas variados e um clima de familiaridade, Undertale é aquele tipo de jogo que em poucos minutos você se localiza facilmente, além de descobrir a história do jogo e dos personagens durante o game, vale lembrar que para descobrir 100% do mundo de Undertale será necessário jogar mais de uma vez. O game deixa algumas coisas em aberto, bom para alguns já que o jogo fica vivo para teorias e mais teorias, e ruim para aqueles que buscam respostas concretas. 


Independência 

O jogo foi produzido de forma independente por Toby Fox que escreveu o roteiro, programou o jogo e compôs uma  trilha sonora  impecável, que é um dos principais pontos do jogo, assim como To The Moon, Undertale é um dos jogos mais populares de 8 bits, popularizado por sua história, reflexão e trilha sonora.

Reflexão

O jogo em si é bem reflexivo, as dúvidas e as teorias dos jogadores é o que deixam o jogo vivo e com um espaço em nossos corações. Você pode concluir o jogo em três finais diferentes, e cada um deles pode refletir em quem você é.

Um dois maiores pensamentos em Undertale é que você não precisa matar nenhum monstro, mas mesmo assim a maioria dos jogadores conseguem o final neutro em uma primeira jogada. O que isso significa? Jogue Undertale e depois volte nesse artigo e deixe sua reflexão.
  

Vale a pena?

Além de um clima retrô que pode causar nostalgia, Undertale é muito simples, porém grandioso. O jogo infelizmente está em inglês e foi legendado de forma não oficial. E está disponível apenas para Windows e Mac (Steam), sendo assim você pode jogar sem ter o melhor computador do mundo, você pode aproveitar grandes possibilidades e passar o tempo, além de ser um mega jogo que mostra que não é preciso ter os melhores gráficos ou uma grande produção, apenas força de vontade, criatividade, dedicação e determinação!


Créditos:

Texto: Gabriel Borges
Revisão: Bruno Bolner

O novo filme da Marvel, dirigido por Taika Waititi (Boy) e ultimo antes da estreia muito esperada de Vingadores: Guerra Infinita ganhou um trailer que não apenas contém muito humor na veia de Guardiões da Galáxia (2014) como elementos estéticos semelhantes e muita cor em contraste com o ideal mais épico-dramático que Thor tenta carregar, especialmente considerando o titulo do filme: Ragnarok, o fim do mundo e dos deuses.




Mas, até onde o filme irá? E que pistas o trailer revela para o futuro cinematográfico da Marvel.


O Mjölnir destruído 

Uma das cenas que iniciam o trailer é a destruição do martelo Mjölnir, a principal arma do Deus do trovão. Nas HQs, essa não seria a primeira vez que ele é destruído, porém, isso adiciona uma nova dinâmica na trama com Thor (Chris Hemsworth) sem a sua principal arma. 

Além disso temos a priméira aparição de Hela (Cate Blanchett), a deusa do mundo dos mortos que parece ser uma ameaça de peso, e muito provavelmente terá sua primeira cena em New York onde Thor e Loki (Tom Hiddleston) vão buscar ajuda para resgatar Odin (Anthony Hopkins) cujo paradeiro permanece desconhecido.




Asgard is dead

Não apenas o Mjölnir foi afetado por Hela, mas Asgard sera atacada pela vilã e seus habitantes terão de lutar pela sobrevivência, uma teoria é de que a Valquiria, interpretada por Tessa Thompson vai inicialmente se aliar ao Grão-Mestre (Jeff Goldblum) antes de lutar ao lado de Thor.

Além disso, no trailer temos uma cena de Heimdall, o ~lindo~ Idris Elba, com cabelos longos e lutando contra o que parece ser um monstro criado por Hela ou dos habitantes de Saakar, o planeta para onde Thor será levado depois da sua captura.



Hela, a Morte

O visual de Hela, depois das primeiras artes conceituais lançadas, foi revelado na revista Entertainment Weekly e para alguns lembrou muito a fase feminina de Loki (para mim lembra a Rita Repulsa), o que levantou a hipótese de tudo ser um plano de Loki, ainda assim, já foi confirmaram a presença do demônio Surtur, que provavelmente deve estar no climax do filme, como indicado pela cena do trailer em que Thor está pendurado e acorrentado, talvez Hel ou Niffleheim, reinos abissais do Universo Marvel.

O que foi revelado da personagem é que ela será inadvertidamente liberta da sua prisão, onde esteve presa por quase mil anos. Como ou quem a libertará só será revelado no próprio filme.

Além disso, os poderes da personagem parecem ter sido aumentados para serem comparáveis com a Morte das HQs, que age como a Ceifadora, tendo então um papel muito importante não somente no Ragnarok, mas também conectando-se com o Thanos e a Guerra Infinita.



A lealdade do Loki

Loki tem sido um dos personagens mais interessantes do Universo Cinematográfico da Marvel, a última vez que o vimos ele havia impersonado comö Odin, no trono de Asgard, porém no trailer, e na cena pós-créditos de Doctor Strange, que Loki vai estar junto de Thor em Manhattan. Porém, ao mesmo tempo, Loki em outra cena está junto do Grão-Mestre.


A nova Valquíria

Quando a atriz Tessa Thompson foi escolhida como a personagem da Valquíria houveram inúmeras críticas, principal e infelizmente baseada no fato da etnia dela não ser compatível com a maioria das versões cânones, porém, sendo mais um título que necessariamente uma personagem, ela não somente pode ser uma ótima personagem, como sua backstory pode ser muito mais explorada e só pelo fato dela capturar Thor, a personagem deve ser muito badass.




Hulk Gladiador

Uma das histórias mais icônicas o Planeta Hulk, envolve ele sendo mandado para outro planeta onde, capturado e feito prisioneiro, ele precisa lutar como gladiador numa arena e esse aspecto será incorporado dentro do filme, Sakaar foi mudada para se encaixar mais no aspecto setentista que rodeia o filme, homenageando Jack Kirby e de Guardiões da Galáxia, cujo humor e estética de ópera espacial parece ser  fonte primal do espaço na Marvel.

Então, lógico, Thor vai ter de enfrentar Hulk, até mesmo tomando o seu elmo clássico e talvez o Jarnbjòrn, o Machado Urso. Mas afinal qual dos dois vai ganhar?




Thor: Ragnarok tem previsão de estreia para 03 de novembro desse ano, fiquem de olho e não esqueçam: "Weak god".

Você provavelmente deve ter ouvido falar sobre Man Down pelo fato de o filme ter vendido apenas um ingresso no Reino Unido (estando em exibição apenas em uma sala). Pode ser considerada a pior estreia de todos os tempos, um grande titulo para um filme. Mas calma lá, existe vários fatores para isso e o filme vale muito mais que um ingresso.

Filmado em 2014, lançado em festivais em 2015, chegando ao cinema americano em 2016 e, finalmente, sendo exibido em alguns lugares em 2017, Man Down é um filme que não teve grande orçamento, grande divulgação e muito menos o foco de ser um sucesso em bilheteria – sendo lançado diretamente em vídeo em grande parte do mundo. Todos esses fatores contribuem para o fato do ‘fracasso’ do filme, que arrecadou apenas 454 mil nos Estados Unidos. Eu acabei me deparando com o filme pelo acaso, assim como a maioria que acabou assistindo o filme online, e foi algo que me manteve preso por 90 minutos (tempo suficiente para trama ser desenvolvida, já que é simples e direta).

Apesar de tudo Man Down contém um elenco modesto, Shia LaBeouf, Gary Oldman (o único mais renomado no elenco), Jai Courtney (Esquadrão Suicida), Kate Mara e o jovem Charlie Shotwell – que, em minha opinião, tem um futuro promissor. Dirigido por Dito Montiel (um músico que carrega alguns filmes em seu currículo), o filme foca no triller e no drama, coisa que o diretor já tem experiência, como em Santos e Demônios (2006). O filme é exibido de forma não linear, com trechos em três passagens de tempo que vão se montando aos poucos, mostrando a vida do fuzileiro Gabriel Dummer que retorna do Afeganistão. Ao voltar ao lar, sua mulher e seu filho desaparecem. Agora ele tem que resgata-los.

O filme é simples e direto, talvez você entenda a mensagem que o filme quer passar antes dele chegar ao plot final, mas mesmo assim merece sua atenção pelo desenvolvimento que vai se montando como um quebra-cabeça. Ironicamente, LaBeouf está em uma das suas melhores atuações na tela, sendo bem convincente nas cenas de emoção. A trilha sonora não está presente em boa parte do filme, porém, aparece em momentos bem selecionados. Devo ressaltar que o filme em alguns momentos tem uma ótima fotografia e edição, alterando ambientes simultaneamente, de forma bem construída.


Man Down não é o melhor filme do ano, longe disso. O filme pode cansar um pouco em algum momento e alguns aspectos poderiam ser aperfeiçoados para manter o clímax proposto pelo filme, fazendo o plot ser bem mais surpreendente. Porém, o filme carrega uma mensagem bélica que muitos não reparam nos veteranos de guerra, sendo o foco do filme e uma ótima reflexão sobre homens que são treinados para matar, mas não para sustentar sua própria morte interior.





Créditos:

Texto: Mateus Henrique
Revisão: Felipe Lima

S09E02 She Done Already Done Brought It On

Começamos o segundo episódio com a revelação de quem seria a décima quarta competidora: Cynthia Lee Fontaine e seu Cucu avassalador. Cynthia conquistou o público na temporada passada por ser companheira e por ser divertida, mas as queens dessa edição não parecem nada animadas com a chegada dela. Quando eu soube que seria ela que voltaria (é quase impossível fugir de spoilers quando você tem Twitter) eu já imaginava que o programa iria explorar a questão do câncer - pra quem não sabe ela foi diagnosticada com câncer no fígado e conseguiu entrar em remissão após um tratamento e isso foi abordado brevemente na Reunion da temporada passada - e eu estava certo: em menos de um minuto após a revelação o assunto já entrou em pauta no workroom


O retorno de Cynthia causou um frisson nas novas competidoras e algumas não ficaram NADA satisfeitas com isso (Shea Couleé fez a linha solidária fake e Kimora já tá incomodada com outro popozão aparecendo na área pra disputar o lugar ao sol) e outras estão todas cagadas de medo de saírem “porque ela conhece a competição”. Meus olhos reviraram nessa hora, gente… Alguém avisa que por mais que a pessoa conheça a competição o que importa no final é a opinião de Mama Ru? Nem as redes sociais conseguem ditar uma vencedora…

Daí Lisa Kudrow entra no workrook e as bichas ficam louquíssimas e o que se segue e uma cena extremamente constrangedora: RuPaul explica que seu bordão “Hello hello hello!” é baseado em uma personagem que a Lisa fazia na série The Comeback e aí Mama Ru pede pra ela fazer uma piada (não apenas uma, mas três vezes) e aí ela vai embora. Tipo… gente?! OI?! Ela só apareceu pra isso?! Espero que ela volte como jurada porque essa participação foi super desnecessária. 



RuPaul escolhe Nina Bo'Nina Brown e Cynthia Lee Fontaine para serem as líderes e formarem um grupo para o maxi-challenge desta semana: uma apresentação de cheerleaders. Preciso pontuar uma coisa com relação às escolhas dos times: Jaymes sendo chamado de underdog/azarão - todo mundo tá percebendo Jaymes como a drag cotada desta temporada, mas essa situação foi super desagradável porque as drags ficaram tirando sarro dela na cara dela. Triste.

São formados então dois times: Rupaul’s Glamazons e B-52’s Bombers. Temos então aquela mesma história de sempre com os times discutindo para ver quem ficará com qual papel, algumas pessoas querendo mais atenção do que as outras e todo aquele drama que não surpreende mais ninguém. 



Esta temporada parece estar mais politizada e focando em temas como o bullying e LGBTfobia e eu creio que isso se deva à eleição de Donald Trump como novo presidente dos EUA. Será que talvez seja por essa “necessidade” de focar nesses assuntos é que não temos mais mini-challenges? Fica a dúvida…

Sobre o main challenge deste episódio só tenho uma palavra pra definir: CORAGEM. A música cantada pelas equipes foi bem bobinha, as coreografias estavam meio descoordenadas e as acrobacias foram desastrosas! Creio que a culpa não foi das drags, mas do pouco tempo de preparação prévia. Nem tudo foi ruim e algumas queens surpreenderam, mas no geral foi um desafio bem ruim… 



Finalmente tivemos o desfile com o tema White Party Realness e os convidados foram os B-52’s (Kate Pierson, Fred Schneider e Cindy Wilson compareceram). O problema é que a participação dos três integrantes da banda como jurados acabou ficando meio apagada - o que foi uma pena. 

A vencedora foi Valentina com seu look de noiva e o bottom two foi Jaymes Mansfield vs. Kimora Blac. Elas dublaram a música Love Shack (que surpreendentemente possui mais vocais masculinos do que femininos e ficou bem estranha) e Jaymes acabou sendo eliminada. Não foi surpresa pra ninguém, visto que Jaymes não conseguia se expressar e ficava sempre à sombra das outras participantes. 

S09E03 Draggily Ever After

Essa temporada está tão fraca de discussões e shade que a edição está tendo que procurar pêlo em ovo pra poder causar impacto. No início do terceiro episódio a Trinity Taylor está recalcadíssima por causa da vitória da Valentina a ponto de revirar os olhos apenas pelo fato de ela estar rezando para a Virgem de Guadalupe. Dá pra perceber que Trinity não é uma má pessoa, mas a edição precisa colocar um pouco disso senão a temporada vai ser mais chatinha do que já está sendo. 

O desafio principal da terceira semana foi criar um conto de fadas onde as drags seriam as princesas e teriam um mascote/ajudante e elas teriam que fazer a própria roupa. Foi uma ideia muito interessante, mas que não deu muito certo… 
Os looks tiveram que ser criados pelas participantes e surpreendentemente (só que não) temos uma drag que não sabe costurar. Eu sinceramente não consigo entender como uma pessoa consegue fazer a audição para o programa e não ter o mínimo de preparo para os desafios! 



Aja está confiante porque diz que costura 95% do que ela usa e garante que irá arrasar no desafio principal por causa disso, mas no primeiro episódio ela ficou mostrando um monte de coisas que ela ganhou de designers hypados. Fiquei confuso nessa hora, mas enfim… 

Lembram quando eu disse que essa temporada parecia estar mais politizada e etc? Temos nesse episódio a comprovação: o ataque à boate Pulse, em Orlando. As participantes contam suas experiências e foi bem intenso porque algumas drags conheceram pessoas que acabaram morrendo naquela noite. Foi de certa forma uma maneira de reforçar a importância da união que deve haver na comunidade LGBT e aproveitar a oportunidade e visibilidade do programa para trazer de volta essa discussão sobre o atentado. 



Os convidados desta semana foram Todrick Hall e Cheyenne Jackson. A vencedora do desafio foi Trinity Taylor e o bottom two foi entre Kimora Blac e Aja, mas Kimora acabou sendo eliminada. 



Créditos: 

Texto: Douglas Hungaro
Revisão: Felipe Lima

Neste sábado (08/04) aconteceu a segunda edição do Games RAM - evento de competição entre jogadores de videogame que reuniu mais de 600 participantes no Studio 5 em Manaus. 

Com a duração de 12 horas, a competição se iniciou às 09:00h e terminou às 21:00h premiando os vencedores de cada categoria com troféus e o valor de R$ 1.000,00.


Uma grande arena foi montada, onde diversas estações com os consoles PlayStation 3, PlayStation 4 e Xbox One estavam disponíveis para os embates entre os inscritos. "FIFA 17", "PES 2017", "Naruto Shipudden Ultimante Storm Ninja 4" e "Just Dance 2017" eram os jogos da competição - sendo "Just Dance" a novidade do evento. Fora os jogos, houve também uma pequena apresentação de cosplays, onde o público era quem escolhia o melhor!


Com realização do Grupo Rede Amazônica, o Games RAM possui competência e escala para ser comparado a diversos eventos de grande porte voltado para o público gamer, e gerar bastante visibilidade a longo prazo para o Norte do Brasil - um começo e tanto para a comunidade de jogadores Nortista. 

O evento contou com o patrocínio e participação ativa da Info Store, que possuía estações de testes abertas para o público, com pequenas competições que premiou diversos espectadores - o destaque vai para o teste da demo "Beggining Hour - Midnight Version" de "Resident Evil 7: biohazard" no óculos de realidade virtual da Sony, o PlayStation VR, que atraiu muita gente!

Fomos muito bem tratados pelos organizadores do evento e queremos deixar um agradecimento especial ao José Ribamar que nos recepcionou e estava a disposição de todos sanando as dúvidas, ao Grupo Rede Amazônica pelo convite e a Info Store pelo carinho.

Se você mora em Manaus, ou no Norte, fique de olho no portal G1 - o evento só tende a crescer e trazer cada vez mais atrações para o público gamer regional!


Falta pouco! Nesse sábado (08/01), acontece a maior competição de videogames do Norte brasileiro: o Games RAM

As inscrições para a competição já foram encerradas, mas você pode comparecer para acompanhar de perto todo o evento que terá seis categorias. Os jogos são: "FIFA 17", "PES 2017", "Naruto Shipuuden: Ultimate Ninja Storm 4" e o novato dessa edição que promete agitar o torneio é "Just Dance 2017".

Os vencedores de cada categoria serão premiados com um troféu e o valor de R$ 1.000,00!!! Uma grande chance para os gamers locais.

O evento terá cobertura exclusiva das plataformas do Grupo Rede Amazônica e contará com competidores de diversas cidades, além do concurso de cosplays - onde o público elegerá a melhor caracterização e performance, premiando o vencedor com um troféu exclusivo - você não pode ficar de fora! Confira uma reportagem sobre o evento:


O Games RAM 2017 acontecerá na Plenária do Studio 5 (Av. Rodrigo Otávio, Distrito Industrial) das 09h00 às 21h00. O evento é aberto para o público geral, e nós estaremos por lá aproveitando o evento. Junte seus amigos e vem com a gente!

Para mais informações sobre o evento, ligue para: (92) 3216-5516 ou visiste a página do evento no site G1.

Baseado no livro homônimo de Kass Morgan, a série The 100 estreou em 19 de março de 2014 pelo canal americano CW. A trama se passa num futuro pós-apocalíptico, no qual uma suposta guerra nuclear devastou o planeta Terra tornando-o inabitável. Na época das bombas, 12 estações espaciais estavam em órbita e se uniram formando a Arca, com o objetivo de aguardar que o mundo se regenerasse novamente.

Os habitantes da Arca teriam que aguardar cerca de três séculos para retornarem à Terra, porém, 97 anos depois os líderes decidem enviar 100 adolescentes criminosos para verificarem as condições de vida, pois devido a superpopulação da estação espacial todos os crimes cometidos por maiores de 18 anos eram punidos com a morte. Por isso, só os menores de idade eram presos até atingirem a maioridade e serem julgados novamente, o que os torna “dispensáveis” aos olhos do conselho.

Mesmo sendo um programa com uma premissa teen, The 100 surpreende por seu elenco bem diversificado e sua história densa sobre o peso da liderança. Com o passar das temporadas o universo da série ficou mais rico, o que não impediu os produtores de deslizarem em alguns momentos da trama que você confere a seguir:


Atenção!! Já avisando que o post contém spoilers das quatro temporadas de The 100... Leia com cuidado!



1- O sumiço dos personagens

Apesar do nome, a série não possui 100 protagonistas. Focando somente em alguns deles conforme o desenrolar da história. O problema é a inserção de vários personagens secundários que somem de uma hora para outra.  Só para citar dois exemplos: no episódio piloto somos apresentados a Callie Cartwig (Kelly Hu) que aparenta ser uma amiga próxima de Abi Griffin (Paige Turco), depois disso ela desaparece do nada!

Este outro personagem apresentado na segunda temporada chamado de Kyle Wick (Steve Talley), chega a viver um romance prematuro com Raven (Lindsay Morgan). O que aconteceu com ele? Até agora queremos saber.

2 – O novo surto de Bellamy

Na primeira temporada o personagem interpretado por Bob Morley teve seus motivos para ser um verdadeiro pé no saco. Ele precisou realizar muitas boas ações no segundo ano da série para se redimir e fazer os espectadores gostarem dele. Todo esse esforço vai por água abaixo quando resolvem transformá-lo em um adolescente estúpido que começa a matar os terrestres sem uma justificativa plausível.

A atitude que Bellamy teve na terceira temporada não condiz com sua evolução durante o andamento do enredo. Fazendo o personagem regredir de maneira catastrófica, só para ser perdoado nos episódios finais do terceiro ano.

3 – A nightblood de sangue vermelho

Logo na metade da primeira temporada, a série nos apresenta Anya (Dichen Lachman), líder dos terrestres. O que não sabíamos na época é que existe todo um misterioso ritual na escolha desse comandante, no qual somente aqueles que possuem o sangue preto podem participar.

No episódio 2x3 Anya é baleada e morre nos braços de Clarke, mas seu sangue é vermelho. Deixando um ponto de interrogação enorme na cabeça dos mais atentos a história.

4 –  A morte de Lexa

Já foi explicado milhares de vezes o motivo pelo qual a personagem da atriz Alycia Debnam-Carey teve que morrer. Ela está com um dos papéis principais também em “Fear the Walking Dead”, mas isso não justifica o fato de que tudo aconteceu de forma muito tosca, tornando-se motivo de revolta dos fãs.

A morte de Lexa afetou a série de tal maneira que o próprio produtor executivo, Jason Rothenberg, teve que se desculpar com textão. O caso ficou tão sério que rolou um debate sobre a relevância e descarte prematuro de personagens LGBTQ nas séries americanas e o programa sofreu boicote por parte do público.

5 – Clarke repetindo os erros da mãe

No fim do terceiro ano, Clarke descobre que a Terra não está a salvo. Em poucos meses as usinas nucleares irão derreter e tornar a superfície inabitável. Porém, mesmo precisando da ajuda de todos para resolver o problema, a protagonista escolhe manter segredo. O curioso é que esse foi o mesmo motivo pelo qual ela brigou com sua mãe durante a primeira temporada. Faz sentido? Nem um pouco.

O povo da Arca já demonstrou que sabe trabalhar unido e está disposto a fazer sacrifícios para salvarem seus entes queridos. Como foi o caso das pessoas que morreram para poupar oxigênio no episódio 1x5. Ainda assim, a jovem líder dos skykru simplesmente tem um lapso de amnésia e repete a mesma falácia.

Além dos problemas

The 100 é uma série que aborda diversos conflitos e isso foi o que mais me chamou a atenção. O problema é que não se pode deixar certos detalhes da história de lado como se não tivessem acontecido. Apesar de tudo, o programa mantém-se interessante até hoje, e o canal CW confirmou a 5ª temporada este mês. Vamos torcer para que os produtores achem um ponto de equilíbrio e comecem a ter consideração pela opinião dos fãs.

No Brasil a série é exibida pelo Warner Channel e também está disponível na Netflix.



Créditos:

Texto: Ângelo Prata
Revisão: Felipe Lima

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