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Indivisible é um RPG de ação com mecânicas em 2D produzido pelo estúdio independente Lab Zero, os mesmos criadores de "Skull Girls", e será publicado pela 505 Games - responsável pela publicação de de "Brothers: A Tale of Two Sons", a desenvolvedora bateu a meta da campanha na plataforma de apoio Indiegogo arrecadando US$ 1,982,420 (eu fiz a minha parte e ajudei xD). O título tem previsão de lançamento para o início de Janeiro de 2018 para PlayStation 4, Xbox One, Steam, Windows, Mac e Linux.

Jornada de Ajna


No jogo você assumirá o papel de Ajna - uma menina bem-humorada e rebelde - Ajna foi criado pelo pai, nos arredores de sua cidade rural seu pai lhe ensinou artes marciais para que ela possa se defender. Quando sua cidade é atacada por senhores da guerra, Ajna descobre um misterioso poder de absorver certos indivíduos; isso permite convocá-los para batalhar contra os que atacavam sua cidade. Após os acontecimentos, Ajna decide embarcar em uma jornada mundial para descobrir mais sobre suas habilidades estranhas e enfrentar os senhores da guerra.


Os monstros do jogo terão inspiração a partir de uma variedade de mitologias, e uma delas é do Sudeste Asiático - isso já é algo notável na demo do jogo; outras inspirações notáveis são de RPG's clássicos como "Valkyrie Profile", "Chrono Trigger" e "Final Fantasy".

Hit and Run




A jogabilidade de Indivisible é em side scrolling - podemos interagir com o cenário: correr, agachar, pular e escalar. Conforme você vai avançando e adquirindo mais encarnações, mais armas serão adquiridas, além de as utilizarmos em batalhas, poderemos usar nos cenários. Ajna descobrirá que ela pode meditar e entrar em uma dimensão misteriosa que está crescendo dentro de si e nesta dimensão suas encarnações habitaram e a ajudarão e, quests que permitirão a atualização de armas, bestiário, habilidades e até mesmo conhecer mais sobre a história por trás do game.


O sistema de batalha é inspirado em Valkyrie Profile, porém com uma liberdade maior na hora de executar os combos, cada personagem é nomeado a um botão e ao realizar um combo bem sucedido você terá a opção de usar um ataque especial com o personagem selecionado, no caso de Ajna ela é capaz de se transformar em sua forma Heruka, sua retribuição divina.

Trabalhando com os bons

O pouco que foi divulgado sobre a trilha sonora já encanta, pois nada mais e nada menos que Hiroki Kikuta que já produziu canções para "Secret of Mana", "Seiken Densetsu III" ("Secret of Mana 2"), "Soukaigi, Koudelka", "Final Fantasy Adventures" e outros, está envolvido no projeto. 

Ao ver trabalhos de estúdios independentes dispostos a criar jogos com essa qualidade, já gera esperança aos futuros jogos, principalmente RPG's que vem vivendo uma fase de altos e baixos. Indivisible tem tudo pra ser um jogo que irá tirar suspiros dos jogadores mais saudosistas e que sentem saudades de clássicos como "Valkyrie Profile", não nos decepcione Lab Zero, pois sabemos que vocês tem potencial ("Skull Girls" que nos diga) e para aqueles que ficaram interessados o jogo já tem demo disponível para PS4, Steam e Linux.

Hypômetro Co-op Geeks



Gráficos: 7
Gameplay: 8
Enredo: 7
Personagens: 8
Cenários: 7
Soudtracks: 9
Diversão: 8

HYPE: 7,5

Ficha Técnica

Titulo original: Indivisible
Lançamento: Previsto para Janiero de 2018
Plataformas: Playstation 4, Xbox One e PC's
Desenvolvedora: Lab Zero

Créditos

Texto: Igor Oliveira
Revisão: Juninho Lima

O preview contém opiniões e ideias do autor do texto, não do site Co-op Geeks.

Desventuras em Série (A Series of Unfortunate Events) estreou nesta sexta-feira 13 na Netflix, mas há um bom o tempo o conhecido escritor e membro de sociedades secretas, investigador e fugitivo de paradeiro desconhecido Lemony Snicket (pseudônimo do autor Daniel Handler) atiçou os fãs dos 13 livros com imagens das produções, trailers e até mesmo prévias do roteiro.

E a primeira temporada que adaptou os primeiros quatro livros da série parece já estar incluindo vários dos mistérios e desventuras sombrias que cercam as vidas dos órfãos Baudelaire: Violet, Klaus e Sunny (Malina Weissman, Louis Hynes e Presley Smith) sendo perseguidos pelo terrível Conde Olaf, interpretado pelo legen... wait a minute... dary Neil Patrick Harris.

E agora com novas pistas sobre os paradeiros de vários personagens, sendo "paradeiro" uma palavra que aqui significa perguntas não solucionadas que deixaram você sem sono questionando-se sobre incêndios, assassinatos, sequestros e comida italiana; apresento aos senhores, senhoras e voluntários disfarçados, uma lista de teorias que rodeiam essa série de eventos infelizes.

ATENÇÃO: Esse texto CONTERÁ POSSÍVEIS SPOILERS da trama de "Desventuras em Série", leia por sua conta e risco.

1. Algum dos pais dos Baudelaire pode ter sobrevivido:

O plot point da trama dos órfãos Baudelaire é justamente que seus pais tenham perecido num incêndio. Sr. Poe gostaria de lembrar que perecer significa morrer.

Porém, a partir do oitavo livro, um arquivo perdido conhecido como dossiê Snicket, cheio de anotações, arquivos e recortes de jornal surge e abre para os Baudelaire a possibilidade de que: 

"devido às evidências discutidas na página nove, os peritos suspeitam de que possa de fato haver um sobrevivente do incêndio".

Será que o Sr. ou a Sr. Baudelaire podem ter sobrevivido? E se sobreviveram, onde estão?


2. Tia Josephine é mais do que aparenta:

Na série e nos livros (O Lago das Sanguessugas) vamos ser apresentados à tia distante das crianças, Josephine Anwhistle, uma mulher reclusa que parece ter desenvolvido uma série de fobias estranhas depois da morte trágica do seu marido Belo, que foi devorado vivo por sanguessugas depois de ir nadar no lago sem esperar uma hora depois de comer... Ok, até aí isso só é apenas mais uma estranha desventura da vida, mas num dos trailer liberados Tia Josephine admite abertamente que ajudava os pais das crianças a formular códigos secretos...

Sem falar no fato de que ela mora completamente isolada no outro lado de um lago traiçoeiro, como se estivesse se escondendo de alguém, talvez um tal Conde Olaf...


3. O que é C.S.C.?

Uma das marcas mais distintas do Conde Olaf é a tatuagem de olho em seu tornozelo, porém, se você se aproximar suficiente dele e voltar vivo vai perceber que o olho apresentas as letras V.F.D. (ou C.S.C. aqui no Brasil).

O verdadeiro significado dessa sigla vai atormentar nossos heróis por toda a sua trágica comédia, pois com toda certeza não significa apenas Caprichosos Suportes para Copos ou Combatentes da Saúde para o Cidadão...


4. Conde Olaf quer mais que a fortuna dos Baudelaire:

Que o Conde Olaf seja um vilão pérfido isso é verdade, porém, no livro O Penúltimo Perigo, o vilão sugere que seus pais foram assassinados por dardos envenenados enquanto assistiam uma peça de teatro, e, mais cedo no mesmo livro uma personagem, Kit Snicket revela aos Baudelaire que conheceu seus pais quando ajudou-os a contrabandear uma caixa de dardos durante uma ópera. Seria possível que os pais dos Baudelaire assassinaram os pais do Conde Olaf?

5. Quem é Jacquelyn?

Se você assistiu o primeiro trailer percebeu que existe uma mulher misteriosa dourada de identidade até então desconhecida (porém armada com um arpão) além de ser estátua viva em tempo integral parece que vai ter um papel proeminente na história, segundo Lemony Snicket ela é uma personagem nova, cujo nome é Jacquelyn, criada totalmente para a série, porém ficam as perguntas: de que lado ela está e o que ela quer?


Por enquanto é só isso jovens voluntários, preparem seus lencinhos para sobreviver às desventuras terríveis e amargas dos Baudelaire, mas lembrem-se sempre: o mundo é sereno aqui.

Créditos

Texto: Felipe Cavalcante
Revisão: Juninho Lima

O texto apresenta opiniões e ideias do autor do texto e não do site Co-op Geeks.

É sexta-feira 13! Aproveitando a data, decidimos enfrentar os horrores de Resident Evil 4 AO VIVO em um gameplay Retrô. Nós já falamos sobre a influência do jogo na indústria dos games, e nada melhor do que celebrar essa importância, jogando o game em uma data simbólica. Confira o gameplay:


Deixe o seu "gostei" no vídeo e inscreva-se no nosso canal. Não esqueça de deixar suas impressões nos comentários e nos sugerir assuntos para próximos vídeos.

O ano de 2017 já começou com a comunidade gamer toda ansiosa pelos diversos lançamentos que teremos ao longo desse ano, incluindo games de grandes franquias e até consoles.

Para dar aquele pontapé inicial e digno nesse gigantesco calendário, teremos que partir para os cinemas, onde o tão aguardado "Assassin’s Creed" está nas telonas!

Um novo assassino

Esse projeto se trata de uma adaptação, ou seja, não tem qualquer envolvimento direto com os games da franquia "Assassin’s Creed" em termos de história, entregando assim uma história única. Confira a sinopse e o trailer do longa:


No filme teremos Callum Lynch (Michael Fassbender), um homem que não teme diante o perigo e que acaba se tornando um criminoso depois de sua perturbadora infância. Após ser dado como morto pagando pelos seus crimes com a pena de morte, ele acaba acordando em uma das sedes do grupo cientista Abstergo, e lá descobre sua ligação genética com seu ancestral Aguilar de Nerha, membro da Irmandade dos Assassinos que viveu no século XV, na Espanha (época da Inquisição Espanhola). Através da regressão das memórias de Aguilar graças a máquina revolucionária Animus, a Abstergo se torna cada vez mais próxima de encontrar o artefato mais valioso do mundo e que contém a chave do conhecimento humano, a Maçã do Éden. 

A adaptação que deu certo


Ao que deu para perceber, já que a própria Ubisoft se encarregou de cuidar do projeto desde o começo, é que a produção teve o maior cuidado possível em transportar o mundo vivenciado em "Assassin’s Creed" dos consoles para o cinema, e isso deu muito certo.

Para começar, mesmo o enredo do filme sendo 100% original, ele ainda contém traços muito familiares das histórias que alguns dos jogos traz, como a descendência de Callum por exemplo, deixando os fãs ainda mais próximo e confortáveis com a proposta do filme.

O conflito entre Assassinos e Templários, sem dúvida, é o principal elemento que liga o filme com os jogos, já que é o elemento principal de toda a trama passada no material original.

As referências tornam o filme mágico para ao fãs - elas aparecem de surpresa e muito rápida entre uma cena e outra, mas se observadas bem, pode causar até emoção naqueles que amam Ezio Auditore e Altair, por exemplo. E não se assuste com o novo Animus, ele é bem amigável e tenho certeza que, após o filme, você vai querer vê-lo em um futuro game da franquia.


Infelizmente, o ar familiar fica realmente restrito ao público gamer. O filme tem um tempo limitado, fazendo com que muito da história seja cortada ou pouco explicada. Para o público em geral, "Assassin's Creed" causará inúmeros questionamentos e poderá até ser um filme bem confuso, já que não se explica ao todo o que é e o que faz, exatamente, a Maçã do Éden; pouco se explica também sobre os Assassinos e os Templários. Eles até tentam entregar um filme para o público como um todo, mas só quem já jogou alguns dos jogos da franquia que irá entender, sem se perder, o que eles tentaram explicar em duas horas e meia de filme.

Callum, o Desmond que todos queríamos


Sem dúvida, outro destaque do filme vai para a incrível atuação de Michael Fassbender como Callum Lynch. Fã declarado dos jogos, o ator também assina a produção do longa e se "Assassin's Creed" é grandioso e satisfatório para os fãs, boa parte do crédito deve ir para Michael.

É impossível não associar Callum a Desmond Miles e toda a sua história dentro da franquia - se um dia você sonhou em ver todos os acontecimentos dos games nas telas do cinema, esse sonho aconteceu em partes, pois o ator dá carisma e personalidade para o filme - sendo até mais empático do que Desmond. 

Todas as multifaces da brilhante atuação de Fassbender que já é conhecida está no filme, só acrescentando mais qualidades ao longa.

Não podemos esquecer também da outra parte do elenco, que também faz de "Assassin's Creed" um filme bem desenvolvido. Estou falando da Dra. Sophia Rikkin, interpretada pela atriz Marion Cotillard que é uma clara releitura de Lucy Stillman e é responsável pelas explicações dentro do filme para situar a todos. A atriz consegue passar a seriedade e carisma necessários para ser lembrada. 

Dando vida ao Animus


Mesmo com poucos elementos em 3D e efeitos especiais, o que muitos filmes de ação atualmente quase que exigem no currículo, "Assassin’s Creed" consegue dispensar tudo isso e entregar cenários e ambientes totalmente apaixonantes. Os momentos que se passam na Espanha, por exemplo, são tão lindos e empolgantes que você não irá piscar os olhos pra não perder nada!

A ação dentro do filme é bem limitada, mas quando ela acontece, deixa o público sem fôlego e entrega uma sequência de golpes, manobras e violência que tenho certeza que você jamais irá esquecer - as cenas de parkour estão excelentes e muito fiéis aos jogos, no entanto, elas poderiam ter aparecido mais vezes.


E a trilha sonora? Lembra-se de como ela foi questionada, e até mal recebida pelo público no trailer de anúncio do filme, por ser muito diferente do que o filme entregaria? Pois bem, isso foi somente enganação! Para o público em geral, os sons ambientes e as músicas causaram mais empolgação para saber o que vai acontecer em cada passo do filme, e já para os fãs atentos de plantão, é uma excelente e gostosa referencia as músicas e sons ouvidos durante as missões de alguns dos mais clássicos "Assassin's Creed" (sabe aqueles sons bem baixos, escutados em uma das tumbas em que Ezio transita, por exemplo? Se prepare para ouvi-las no filme).

Vale a Pena?


"Assassin's Creed" é um filme de ação satisfatório, no entanto, fica evidente que a concepção do roteiro e produção geral decidiu focar no público que já conhece os jogos - o que é um ponto negativo bastante forte, já que esse não deveria ser o intuito ao transportar uma história dos videogames para o cinema. 

Diferente de "Resident Evil - O Hóspede Maldito" conseguiu popularizar ainda mais a franquia de jogos, "Assassin's Creed" talvez não consiga o feito, já que dificilmente uma pessoa que não conhece o material original, se sentirá satisfeita e sem perguntas na cabeça. 

Com tudo isso, a produção se torna um projeto totalmente voltado para o público gamer e, mesmo faltando uma coisa aqui ou ali, deu pra ver que as adaptações estão sendo levadas a sério pelos produtores e que eles estão ouvindo cada vez mais a comunidade gamer e tentando entregar, assim, os games fora dos consoles para maior entretenimento e diversão dos jogadores.

Se você é fã da franquia "Assassin's Creed", o filme é mais que obrigatório - ele é um presente da Ubisoft para você! 

Ficha Técnica

Título Original: Assassin’s Creed
Lançamento: 14 de Dezembro de 2016 (EUA) / 12 de Janeiro de 2017 (Brasil)
Diretor: Justin Kurzel
Elenco: Michael Fassbender, Jeremy Irons, Marion Cotillard e Brendan Gleeson

Créditos

Texto: Paloma Cristini
Revisão: Juninho Lima

A análise possui opiniões e ideias da autora do texto e não do site Co-op Geeks.

Não é espanto para ninguém ouvir que Stephen King é o rei do terror. O autor norte-americano possui em seu currículo mais de 60 livros - a maioria sendo um mix de terror, suspense e ficção, e King até já escreveu roteiros de episódios de séries, como Arquivo X. Neste seu vasto currículo está incluso o livro It – A Coisa, publicado originalmente em 1986 e relançado no Brasil em 2014, após passar um longo tempo nos grupos de “livros raros” e “esgotados”. King não considera It sua magnum opus (ou obra-prima), este título se deve a sua série A Torre Negra, mas de certo A Coisa é uma de suas melhores obras.

A Coisa 


O livro já assusta pelo seu tamanho: são mais de mil páginas de história. Fato esse que pode deixar até os leitores mais ávidos sobressaltados. O romance se passa em Derry, uma cidade fictícia do estado de Maine, um lugar que de tempos em tempos assassinatos bizarros com crianças e adolescentes começam a acontecer. O assassino nunca é capturado por se tratar d'A Coisa, um monstro extra dimensional que geralmente assume a forma do palhaço dançarino, Pennywise, para atrair crianças – e consequentemente, matá-las.

E logo no primeiro capítulo Pennywise já se mostra algo a ser temido. Ele mata impiedosamente George Denbrough, um garoto de apenas 6 anos de idade. Seu irmão, Bill Gago Denbrough, de 12 anos, fica devastado com e perda do irmão caçula e sabe que há algo estranho na cidade e promete vingar a morte de George. 

Entre brincadeiras de crianças e tardes jogadas fora, ele e seus amigos Richie, Stan, Mike, Eddie, Ben e Beverly descobrem sobre outros assassinatos e eventualmente acabam tendo encontros com o próprio Pennywise. Juntos eles tentam derrotar o monstro e impedir que haja uma próxima vítima – incluindo eles mesmos. Porém, quase trinta anos depois, o grupo agora adulto é chamado de volta para Derry, pois o terror não acabou em suas infâncias.

Stephen King e sua mente brilhante


A narrativa é intercalada entre o grupo criança e o grupo adulto, não seguindo uma linha cronológica. Isso, além de criar uma quebra de expectativa para saber o que há no próximo capítulo, ajuda a construir de forma grandiosa a personalidade dos personagens, e faz com que o leitor compare as mudanças que os mesmos sofreram com o tempo e os traumas da vida. E nos faz pensar: será que somos uma pessoa diferente de tantos anos atrás ou somos apenas um reflexo dela?

E diga-se de passagem, personalidades essas que foram muito bem trabalhadas. E isso já é de se esperar por a) ser um livro extremamente volumoso, e b) o autor ser Stephen King. Os personagens são tão bem construídos que até aquele personagem D tem uma história de fundo fascinante ou perturbadora. Dito isso, não há a possibilidade do leitor não se apegar ao grupo de Bill, viramos amigos íntimos deles durante a história e somos um oitavo integrante que vive tudo aquilo que eles vivem. Importamo-nos com cada um deles, e justamente pela narrativa ser intercalada, por diversas vezes ficamos tristes por já sabermos o que acontece no futuro com alguns dos personagens, mas ainda estamos os conhecendo jovens e saudáveis.

50 tons de terror


E sem dúvida o livro não é para pessoas com um estômago fraco. Apesar de não haver imagens gráficas de sangue de corpos, a escrita faz com que sua imaginação funcione a mil, e sua mente irá projetar algumas das cenas mais nojentas e grotescas que poderiam ser censuradas em diversos países, caso fossem adaptadas fielmente para os cinemas. Prepare-se para presenciar um banho de sangue nunca antes visto (ou lido).

Outro ponto positivo do livro é Pennywise – que certamente está entre as melhores criaturas da ficção. Como o jornal britânico The Guardian citou, “A Coisa é uma criatura que vai além de qualquer outra que King já inventou, porque ela representa todos os males: a manifestação de todos os medos da infância”. Sim, Pennywise não é apenas mais um monstro qualquer, ele é o medo em si e alguns traumas que podemos ganhar na infância. E sua mitologia não é algo a ser entendida. Quanto mais se avança no livro, mais complicado é dizer o que realmente a Coisa é. E está tudo bem, pois a mente das crianças é muito inocente. Em um dia estamos enfrentando o bicho-papão, e no próximo estamos brincando de esconde-esconde com os amigos.

Pennywise foi vivido por Tim Curry, que foi o responsável por traumatizar as crianças dos anos 90 com palhaços quando It foi adaptado como um filme para a televisão em 1990 sob o título de It – Uma Obra-Prima do Medo. Agora esse papel passou para Bill Skarsgård, que será o novo Pennywise na primeira parte da nova adaptação de It, que tem previsão de estrear nos cinemas em setembro de 2017. O elenco também conta com Finn Wolfhard, o Mike de Stranger Things.

Além da jornada de medo


No fim, It – A Coisa não se trata da jornada para derrotar o monstro que amedronta a cidade. Sim, isto obviamente está no livro, mas há algo mais grandioso por trás dessa jornada de medo. Há uma história de amor e amizade, é mostrado que somos constantemente colocados a prova disso, e sendo o amor verdadeiro, nada mais importa. Os amigos estarão sempre juntos, seja presencialmente ou nos sonhos mais profundos. Não há como não se emocionar ao lembrar-se dos próprios amigos enquanto as últimas páginas são lidas.

Este é um livro obrigatório para você que é fã da leitura, para você que é fã do terror, e para você também que ama uma boa história com uma ótima reflexão sobre si próprio.

Se você gosta do Stephen King, não esqueça de conferir nosso artigo sobre o legado do autor no universo Geek, clicando aqui.

Créditos

Texto: Vitor Assis
Revisão: Juninho Lima

O artigo apresenta opiniões e ideias do autor do texto e não do site Co-op Geeks.

Desde que conquistou o prêmio do jogo do ano em 2012, a série The Walking Dead da Telltale Games tem ditado novas tendências e ganhado espaço dentre os jogos de drama com narrativa personalizada - que muda de acordo com as decisões do jogador. 

Após uma segunda temporada morna que não fez jus ao início da franquia na indústria dos games, uma nova temporada chega ao mercado e nós iremos contar o que achamos dos primeiros episódios da continuação da história de Clementine - The Walking Dead: A New Frontier - se é que podemos dizer que essa história é sobre ela. Confira o trailer de lançamento dos primeiros episódios:



ATENÇÃO: Esse texto NÃO CONTÉM SPOILERS do game, leia sem preocupações.

Laços que unem


Diferente das temporadas anteriores, "A New Frontier" se inicia com um episódio duplo intitulado "Laços que unem", cada parte do episódio contém a duração padrão que os jogadores já conhecem.

A história foca em Javier García (Javi) e em sua família. O jogador acompanha o drama vivido por todos desde a descoberta do primeiro "muerto" - como eles costumam chamar os já conhecidos "errantes" (walkers) - até o momento em que a história de todos se cruza com o passado da série nos videogames - aí entra Clementine e o pequeno Alvin Jr.

Não espere por explicações detalhadas e revelações do que aconteceu entre a temporada anterior e a atual, no entanto, a trama promete desde o primeiro episódio trazer pequenos flashbacks de Clementine para revelar algo maior que está por vir.


Um destaque especial que deve ser mencionado, é a boa dinâmica entre Javi e Clementine - a importância da família na vida dos dois, criam uma união improvável que vai te dar a sensação de sempre estar pisando em ovos em quaisquer momentos decisivos que construirão a relação entre os personagens - e não tem como não se sentir envolvido.

E como sempre, ao fim dos episódios temos momentos que farão o jogador não aguentar de ansiedade para jogar o próximo, e "A New Frontier" é mais que satisfatória nesse aspecto, pois tem mostrado um plot multifacetado que te surpreenderá do início ao fim.

A Nova Fronteira

Se algo fica nítido no novo ano do "The Walking Dead" da Telltale, é que mais do que nunca, os games tem se aproximado da cronologia dos quadrinhos - assim como nas histórias atuais de Rick Grimmes e seu grupo, a família de Javi e Clem percebem que os mortos-vivos são a menor preocupação deles, afinal, o mundo que eles conheciam não existe mais e as pessoas são as maiores inimigas umas das outras. É natural que grupos e facções se formem, e é aí que entra A Nova Fronteira - um grupo de pessoas marcadas com um símbolo que assim como todos, busca o bem próprio e a sobrevivência dos seus.

Os integrantes d'A Nova Fronteira possuem essa marca em alguma parte do corpo.

Com foco em apresentar os personagens, os dois primeiros episódios não enrolam em apresentar do que a história se trata, diferente da segunda temporada da série de videogames, e no melhor estilo "Lobos" e "Salvadores", "A Nova Fronteira" fica evidente como o maior perigo que o grupo enfrentará ao longo da temporada, no entanto, algumas reviravoltas cruéis deixarão o jogador boquiaberto - a Telltale Games não está de brincadeira!


Novos ares


Não é segredo que a segunda temporada de The Walking Dead: A Telltale Games Series apresentou mais do mesmo e apesar de Clementine sempre ser uma boa escolha como protagonista, o final da temporada tenha sido confuso e disperso, algo precisava ser feito. Poucas possibilidades sobraram ao final da aventura, apesar da variedade de finais, e a Telltale não teve medo de apostar em um recomeço para o carro chefe da desenvolvedora.

Pode parecer estranho, mas "A New Frontier" apesar de trazer Clementine de volta mais velha do que da última vez, não continua a história da garota como plot central, o que explica o game não receber "Season 3" como subtítulo. 

É estranho não controlar Clem ou tê-la como protagonista da história, no entanto, após a primeira meia hora de jogatina você facilmente se verá familiarizado com os novos personagens e a nova história dramática que "The Walking Dead: A New Frontier" começou a oferecer.

O jogo aprendeu muito com todas as produções da Telltale e o gameplay é mais intuitivo e dinâmico, com novos comandos de combate que são criativos e inteligentes.

Tudo novo, mas ainda falta o polimento de sempre


A intenção de renovar a série é clara, e os novos visuais do jogo evidenciam o quanto "A New Frontier" tem tudo para colocar a principal série da Telltale Games dentre os melhores jogos do ano, assim como a primeira temporada. 

O jogo continua tendo os mesmos visuais cartunescos de sempre, no entanto, a nova temporada foi desenvolvida em uma nova engine gráfica, tendo um salto visível - que chega perto do que foi apresentado em "Batman" o último lançamento da desenvolvedora.

E assim como o jogo divide o mesmo padrão de qualidade das outras temporadas, e até eleva alguns aspectos, em outros "A New Frontier" deixa a desejar - de novo.

Apesar da dublagem conter atuações de alto nível, a sincronização labial dos personagens quase quebram o clima em situações dramáticas de tão mal trabalhada, assim como a movimentação facial dos personagens que poderia ter acompanhado o salto gráfico da nova temporada.

A captação de áudio é excelente, e os efeitos sonoros não deixam a desejar, mas infelizmente, até o momento, a temporada não possui uma trilha sonora memorável - diferente da segunda temporada que sempre apresentava excelentes canções ao término de cada episódio e o inesquecível tema de abertura da minissérie "The Walking Dead: Michonne", também da Telltale. Me desculpem, mas eu preciso colocar ela aqui e de nada por apresentar essa música maravilhosa acompanhada dessa intro que tá de parabéns:



A história tem personalidade e é interessante o bastante para se destacar nesse ano, no entanto, a trama esbarra em clichês e situações manjadas que nem sempre vão surpreender da forma que deveriam.

Outros pontos negativos que não podem ser esquecidos, é a limitação da ramificação do enredo que quase sempre leva ao mesmo lugar não importando a escolha do jogador e a baixa importância do que foi feito nas temporadas anteriores - a Telltale tem muito a aprender com a Quantic Dream.

Uma boa aposta para acompanhar em 2017


Se você gosta de histórias envolventes com personagens marcantes e situações que dependem das suas reações e escolhas, "The Walking Dead: A New Frontier" é um excelente game para acompanhar nesse ano mesmo que você não tenha jogado as temporadas anteriores.

Sem dúvida, o maior atrativo do jogo é a relação dos personagens que apesar de nova, traz traços familiares que farão os jogadores assíduos da série se sentirem em casa.

Apesar de ficar evidente que a Telltale aprendeu pouco com os erros das temporadas anteriores, a nova história tem potencial o suficiente para ofuscar o problema e se destacar dentre todas as outras produções da desenvolvedora - não deixe a mesmice da segunda temporada te impedir de entrar de cabeça na nova temporada de "The Walking Dead"!

Você pode comprar o season pass com os dois primeiros episódios na PSN, na Xbox Live, Steam, Google Play Store e Apple Store por R$ 76,90 ou esperar a mídia física que será lançada no dia 7 de Fevereiro e acompanhar a dramática história de Javi e Clementine.

Conforme os novos episódios forem sendo lançados, faremos as respectivas análises - fiquem de olho!

Nota Final do Co-op Geeks


Gráficos: 10
Gameplay: 7
Novidades: 6
Enredo: 8
Personagens: 10
Dublagem: 10
Soundtracks: 3
Diversão: 10

Nota Final: 8

Ficha Técnica

Título Original: The Walking Dead: A New Frontier
Desenvolvedora: Telltale Games
Lançamento: 20 de Dezembro de 2016 (episódios 1 e 2)
Plataformas: PlayStation 4, Xbox One, PC, Android e iOS

Créditos

Texto: Juninho Lima

A análise apresenta ideias e opiniões do autor do texto e não do site Co-op Geeks.

Sucesso internacional em todas as mídias em que foi lançado, Fullmetal Alchemist, anime inspirado no mangá de mesmo nome escrito e ilustrado por Hiromu Arakawa (o qual circulou originalmente pelo Japão durante os anos de 2001 a 2010, em 27 volumes), é o grande destaque do nosso TOP 5 de hoje.

Produzido pelo estúdio Bones e desenvolvido ao longo de 51 episódios dirigidos por Seiji Mizushima e roteirizados por Shō Aikawa – e que foram ao ar pela primeira vez entre outubro de 2003 a outubro de 2004, pela MBS –, não demorou muito para sair da “Terra do Sol Nascente” e transformar-se em uma franquia gigantesca que alcançou o universo dos videogames, dos cinemas e até mesmo dos álbuns de figurinhas.

Assim, decidimos trazer para vocês, queridos partners, 5 motivos inquestionáveis para todos aqueles que já pensaram em conferir esta obra, mas que, por alguma razão, não levaram seus planos adiante (e precisam, de uma vez por todas, conhecer um dos melhores animes da década passada).

Fiquem tranquilos: este texto é livre de spoilers. Boa leitura!


1. Enredo objetivo, sagaz e digno da sua atenção:

Circulo de transmutação: requisito básico para todo aprendiz em Alquimia
Desde seu episódio-piloto Fullmetal Alchemist (“Alquimista de Aço”, em tradução livre) não dorme no ponto e nos apresenta à incrível saga dos irmãos Elric: uma dupla de jovens irmãos alquimistas que reside na cidade interiorana de Resembool, no ano de 1910. Após superarem o sumiço inexplicável de seu pai (Hohenheim) e a morte prematura de sua mãe (Trisha), Alphonse (10 anos) e Edward (11 anos) decidem quebrar o maior tabu da Alquimia em uma transmutação proibida que leva seus corpos embora. Destinados a viver sem um braço e uma perna (Edward) e com a alma fixada em uma armadura de metal (Alphonse), os protagonistas tentam reverter os erros de outrora e partem numa arriscada jornada em busca da tão desejada e lendária Pedra Filosofal.

Alistando-se ao exército e tornando-se populares por causarem problemas por onde quer que passam, Ed e Al não pensam duas vezes antes de fazer as malas e partir de cidade em cidade aprimorando os seus estudos enquanto auxiliam os mais necessitados. É durante sua perigosa aventura que a dupla se depara com um imbatível serial killer de alquimistas e um curioso grupo de indivíduos que se autodenomina homúnculos: seres dotados de habilidades especiais que não tardam a criar maiores problemas para a sociedade. Determinados a cumprirem o propósito de restaurar seus corpos originais, os irmãos Elric se veem cada vez mais desprotegidos num mundo de gente grande que lhes exigirá muita coragem e força de vontade para enfrentar diversos fantasmas do passado.

2. Temática multidisciplinar que funciona de maneira inteligente:

"Tudo é um e um é tudo": episódio 28
Se você está acostumado a acompanhar animes brutais como “Cavaleiros do Zodíaco” e “Dragon Ball” então definitivamente se familiarizará com as cenas épicas de batalha que carregam Fullmetal Alchemist do seu começo ao fim. Todavia, por mais que toda a animação seja regada por um nível moderado de violência gratuita e carnificina esporádica, não há como negar que estes estão longe de ser os únicos propósitos intentados pela obra genial de Hiromu Arakawa. Combinando muito drama a porções equivalentes de comédia, aventura e ficção, a produção ultrapassa os limites de qualquer trabalho conterrâneo e acerta em cheio a trazer-nos pitadas generosas de Química, Biologia, História, Sociologia e Religião.

Este é o caso, por exemplo, de Fullmetal Alchemist the Movie: Conqueror of Shamballa (2005), o primeiro longa-metragem inspirado no anime de 2003 e que se passa no clímax da Segunda Guerra Mundial – tem até uma participação especial de Adolf Hitler. Durante o anime, inúmeras são as referências e indagações acerca da existência de Deus e suas diversas religiões, e isso porque não mencionamos os importantes estudos químicos e biológicos inerentes ao ciclo da vida. Críticas sociais despencam aos montes e, se você não está acostumado a ser confrontado com as inimagináveis tentativas do governo de acobertar os próprios erros, talvez seja melhor preparar-se com antecedência à chuva de verdades e mentiras que fazem da realidade dos irmãos Elric um poço de instabilidades.

3. Simbologia cheia de segredos que valem a pena ser desvendados:

O selo de sangue na armadura de Alphonse Elric: a maior prova de amor entre irmãos que você verá no mundo dos animes
Questionando o telespectador com assuntos bastante pertinentes como racismo, xenofobia, depressão e deficiência física, Fullmetal Alchemist está constantemente tentando nos fazer refletir com a brilhante narrativa que nos é contada por Shō Aikawa. Ao longo de 51 episódios que não ultrapassam 22 minutos, Seiji Mizushima nos guia por caminhos tortuosamente obscuros que falam muito sobre esperança, arrependimento e egoísmo. Dessa forma, por diversos momentos é impossível não se entregar à profundidade do enredo e deixar o coração falar mais alto, vez que muito sangue inocente acaba sendo derramado para escancarar a podridão que se esconde por aí – quer seja no triste universo da animação, que seja no nosso.

Sob o plano de fundo da Alquimia, somos desafiados a ponderar o verdadeiro valor das pequenas coisas e a compreender ensinamentos simples como o significado da “Lei da Troca Equivalente”; o princípio supremo do anime que a cada abertura nos é explicado pela voz de Alphonse Elric: “nada pode ser obtido sem uma espécie de sacrifício. É preciso oferecer em troca alguma coisa de valor equivalente” – um doce lembrete aos nossos velhos tempos de criança de quando aprendemos que precisamos nos esforçar para conseguir o que realmente queremos. Se você, meu caro, não conseguiu tirar ou reforçar ao menos uma lição diferente ao fim de cada novo episódio, então talvez seja hora de reassisti-lo com um olhar diferente!

4. Personagens tão humanos quanto você e eu:

Winry Rockbell, amiga de infância dos irmãos Elric, é quem vive salvando a pele de Edward e trocando as suas próteses de metal
Delimitadas milimetricamente com uma perfeição invejável que não encontramos dando sopa em qualquer anime, cada persona de Fullmetal Alchemist é agraciada por uma identidade singular que não apenas humaniza como cria uma frágil linha divisória entre mocinhos e bandidos. A caracterização é feita com tanta maestria que até mesmo personagens secundários ou que tiveram destaque em poucos episódios, como Nina Tucker e seu cachorro Alexander, marcam bastante toda a trama desde o seu início e se apegam rapidamente aos telespectadores mais sensíveis.

Por isso, não tenha tanta certeza ao julgar determinado indivíduo com relação aos traços de sua personalidade, pois, conforme a história mais se desenrola e mais conhecemos os peões que são postos em jogo, maiores são as reviravoltas que nos surpreendem em frações de segundos. Um dos exemplos mais claros é a vilã Luxúria, que assim como os demais membros de seu grupo não demora muito para revelar razões bastante peculiares que justificam a sua escolha pelo “caminho do mal”. Entre aliados dignos de pouca confiança e inimigos que demonstram uma compatibilidade improvável, Ed e Al tentam encontrar a verdade por trás da verdade e se posicionar do lado que, pelo menos moralmente, lhes parece mais justo.

5. A história não para por aí:

Edward Elric, o "Alquimista de Aço", e Roy Mustang, o "Alquimista das Chamas"
Tornando-se um clássico instantâneo ainda nos anos 2000, muitas foram as sequências, reboots, spin-offs e lançamentos em outras mídias recebidos por esta franquia incomparável que rapidamente conquistou o coração dos adoradores das culturas oriental e europeia. Seguindo, na sua primeira metade, os primeiros 7 volumes do mangá de Hiromu Arakawa, o anime de 2003 diverge da história original a partir do episódio 25, vez que os quadrinhos foram publicados até o ano de 2010 e a animação precisava de um fim até 2004 (quando foi encerrada). Sem um “fim” propriamente dito, a aventura dos irmãos Elric é oficialmente finalizada em “Conqueror of Shamballa”, filme de 2005 também dirigido por Seiji Mizushima que serviu de sequência para a superprodução do estúdio Bones. Recebeu, por fim, outros 5 lançamentos em OVA, no ano de 2006. No Brasil foi exibido pelos canais RedeTV e Animax.

Sucedido por Fullmetal Alchemist: Brotherhood (2009-2010), o reboot também produzido pelo pessoal da Bones foi dirigido por Yasuhiro Irie e roteirizado por Hiroshi Ōnogi em 64 novos episódios. Trazendo a história originalmente contada pelo mangá de Arakawa, foi considerado por muitos críticos “superior ao primeiro anime” por conta da “expressão facial e corporal de seus personagens” e pela “execução das cenas de luta”. Ganhou, ainda, outros 4 lançamentos em OVA e um segundo longa-metragem: “Fullmetal Alchemist: The Sacred Star of Milos” (2011), filme que trouxe novos eventos que ocorreram durante os acontecimentos de Brotherhood.

Simplicidade é tudo
Entre inúmeras versões que ganharam a famigerada indústria dos videogames, destacam-se: “Fullmetal Alchemist and the Broken Angel” (2003), “Fullmetal Alchemist 2: Curse of the Crimson Elixir” (2004), “Fullmetal Alchemist 3: Kami o Tsugu Shōjo” (2005), “Fullmetal Alchemist: Dream Carnival” (2004), todos para PlayStation 2; “Fullmetal Alchemist: Dual Sympathy” (2005), para Nintendo DS; e “Fullmetal Alchemist: Prince of the Dawn” (2009), para Wii.

Um filme live action a ser distribuído pela Warner Bros. Pictures tem sido filmado desde agosto do ano passado com direção de Fumihiko Sori. Trazendo em seu elenco Ryosuke Yamada como Edward Elric, Tsubasa Honda como Winry Rockbell e Dean Fujioka como Roy Mustang, a previsão de lançamento é para dezembro de 2017. Confira a primeira prévia neste link e conte-nos a seguir, no espaço para comentários, quais as suas expectativas para ele!


Créditos

Texto: Marcelo Henrique

O artigo apresenta as opiniões e ideias do autor do texto, e não do site Co-op Geeks.




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