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Juninho Lima 23.11.14


Assassin's Creed Unity foi um dos games mais esperados de 2014, e também, um dos que mais decepcionaram. Você deve estar pensando: "lá vem mais um review que mostrará o quanto a Ubisoft errou no novo Assassin's Creed". Acalme-se caro leitor!

Você é o protagonista


No "mundo atual" de Assassin's Creed Unity, a Abstergo Industries continua dominando o mercado, e influenciando todos os tipos de consumidores. E a aposta da vez, se trata de um sistema de entretenimento chamado "Helix", que possibilita ao usuário acessar acontecimentos históricos através da internet, porém o objetivo final do programa esconde o "Projeto Fênix" que pretende usar cada um de seus clientes para não só encontrar e dominar a tecnologia das já conhecidas "peças do Éden", mas também para desvendar o DNA dos precursores e adquirir conhecimento ilimitado. Sim, os sábios voltaram. Para entender o plano da Abstergo, assista o vídeo que detalha o "Projeto Fênix":


O plano da Abstergo é rapidamente sabotado, quando assassinos do mundo moderno invadem o servidor da Indústria à fim de "te recrutar" para o credo, e através do jogador descobrir a localização  da peça do Éden antes da Abstergo, e encontrar o corpo do sábio da época para impedir que a empresa tenha acesso ao tão sonhado "DNA de tripla hélice".

Essa forma de desenvolver o enredo, torna o game bastante imersivo e envolvente. Você se sente dentro daquilo e a cada nova sequência, tudo fica mais interessante e estimulante.

Romance, conspiração e a iniciação: Uma introdução para história do game


ATENÇÃO: Esse trecho contém alguns spoilers, mas nada muito comprometedor. Temos apenas a intenção de construir uma introdução sobre o enredo do game. Se você não quer saber nenhum spoiler, vá direto para o próximo tópico. Mas esteja ciente que o final, e partes cruciais que concluem a trama, não são revelados nesse tópico. Prossiga por sua conta e risco.

Dessa vez, você fica na pele de Arno Victor Dorian, um francês, bom vivant, galanteador e piadista que entra no credo em busca de vingança, e infelizmente, é só isso.


[AQUI SE INICIAM OS SPOILERS] 

Somos apresentados a Arno quando ele ainda é uma criança, e rapidamente, também conhecemos Élise De La Serre, que nitidamente ganha o coração de Arno desde o primeiro momento. E o mesmo brilho que a história humanizada de Assassin's Creed II traz à franquia, volta em um enredo mais envolvente e emotivo, pena que isso tudo não é bem executado e a cada morte de pessoas importantes na vida de Arno, você passa a gostar menos dele, e consequentemente, do enredo como um todo. E isso já acontece logo no começo, onde o pequeno Arno se depara com o corpo de seu pai, que foi assassinado, e não esboça reação alguma, e isso é absurdamente frustrante.

Arno inicia a história muito bem, temperando tudo com bom humor, simpatia e carisma. A sua juventude antes de integrar o credo, é o ponto alto do game. Seu talento para arrumar confusão, e a forma como lida com isso, fazem das primeiras horas do game as mais divertidas do jogo todo.

O rapaz é mais uma prova incontestável de que a Ubisoft está buscando não só ter um assassino tão carismático quanto o amado Ezio Auditore, mas também, repetir boa parte da fórmula de sucesso de Assassin's Creed II, prova disso, é a aparência de Arno, e a inserção de Paris no título, que traz, mais uma vez, todo o clima atraente e charmoso da Europa.

Arno e a tentativa fail de criar um "Novo Ezio".
A entrada de Arno para o credo é motivada pelo assassinato de Fraçois De La Serre, pai de Élise, morte pela qual Arno se sente culpado, por não ter avisado De La Serre a tempo por causa de seus atos inconsequentes. Tal motivação é encrementada também pelo sentimento de paternidade de Arno para com De La Serre, que o criou após a morte de seu pai.

Arno acaba sendo preso injustamente por estar no local do crime, e acaba sendo encriminado pelo assassinato. Com medo de que Élise acredite em tal mentira, ele foge da prisão com um assassino chamado Pierre Bellec, que explica para Arno que seu pai, era um assassino, e diz que seu destino é entrar para o credo, além de revelar que De La Serre era um templário. Bellec o treina na prisão, para que, posteriormente, ele fuja de lá e entre para o Credo dos Assassinos.

Arno então se une a ordem no intuito de vingar De La Serre e descobrir o motivo de sua morte. O rapaz decide procurar Élise, para contar que é inocente, e falar sobre os assassinos e templários. E é aí que a história se inicia devidamente e ganha a confiança do público.

Arno sendo iniciado no Credo dos Assassinos.
A garota sabe que Arno não foi o assassino de seu pai, porém sabe que Arno tem sim uma parcela de culpa, por não ter avisado seu pai a tempo. Élise também revela que já estava ciente do que seus pais eram e que ela não só apoia, como integra a ordem dos templários, e diz que sempre soube que Arno estava destinado a entrar para o credo, e que seu pai o protegia desse destino.

[AQUI TERMINAM OS SPOILERS]

Élise é uma templária, e isso se torna crucial para o enredo. Arno sabe da rivalidade entre assassinos e templários, mas mesmo assim, deixa seu amor falar mais alto, criando todo um enredo a la "Romeu e Julieta", que após sua entrada no credo, salva o game, e deixa o personagem um pouco melhor, já que após "vestir o capuz", Arno perde quase todo o carisma e simpatia do começo do game, e se já não expressava emoções antes, não espere nada após sua iniciação como assassino. E sim, Élise é a melhor personagem do título, e sua presença não só é necessária para o desenvolvimento de Arno como protagonista, mas para deixar tudo mais divertido e emocionante.


Pessoalmente falando, eu não reclamaria se saísse um DLC onde jogamos com Élise e vemos a história por um outro lado. Ela é carismática, durona, e de certa forma, salva Assassin's Creed Unity, como um todo. Talvez, tudo seria bem melhor e menos frustrante, se ela fosse a protagonista.

Enredo criativo, porém fraco: A Revolução Francesa é somente um pano de fundo


Na busca de sua vingança, Arno passa por locais e conhece personalidades fortemente influentes na Revolução Francesa, mas não pense que, como nos outros jogos, a história central do game tem uma grande influência no período histórico em que o jogo se passa.

As ações de Arno, e suas consequências, tem sim uma certa interação e influência na Revolução Francesa, porém, não é nada crucial para o desenvolvimento do enredo principal, que acaba sendo o romance entre Arno e Élise, e a busca por respostas e vingança do protagonista.


Assassin's Creed Unity, infelizmente é bem curto, mas apesar de não ser lotado de memórias e sequências, a duração curta do game colabora para que as missões da campanha principal sejam divertidas e diretas, e esse é um ponto mais positivo do que negativo.

Outro ponto interessante, é a forma como a trama vai se desenvolvendo. Cada alvo a ser assassinado, revela um ponto do enigmático enredo pela busca do assassino. As revelações direcionam Arno para novos alvos, até chegar no devido culpado.

As missões e econtros com Élise, são o destaque do game, já que a ruiva deixa tudo muito melhor. O romance entre Arno e Élise, cria uma tensão não só pelo fato de serem de lados diferentes, mas também, porque você sempre ficará na dúvida se Élise está realmente sendo sincera, ou está traindo Arno de alguma forma. 

A forma como Élise trabalha, e deixa Arno nas mãos em alguns momentos, dão um charme todo especial, que já foi visto antes, em outro templário (É, estou falando de Haytham), e que já foi sucesso antes.

Élise e a habilidade da Ubisoft de criar personagens secundários mais carismáticos do que os próprios protagonistas.
A narrativa funciona muito bem, e deixa o jogador curioso e ansioso para saber o desfecho de tudo. Mas não pense que encontramos um final épico. Na verdade, tudo o que encontramos são frustrações e mais respostas a serem desvendadas em uma possível sequência. E sem dúvidas, é o final que, infelizmente, estraga a experiência do jogador com Assassin's Creed Unity. Pelo menos, foi isso que aconteceu comigo.

Como o final do game pode estragar toda a experiência

A reação de quem chega ao final de Assassin's Creed Unity.
ATENÇÃO: Esse trecho será focado no final do game. Se você ainda não jogou, ou não quer saber os spoilers sobre o desfecho de Assassin's Creed Unity, pule para o próximo tópico, fique traquilo, não serão colocadas imagens que revelam algum spoiler.

Após encontrar o culpado pela morte De La Serre, Germain, Arno parte em busca de sua vingança, porém é contra atacado pelo vilão, com a "Espada do Paraíso", uma das peças do Éden, e o jogador, descobre que o tal é o Sábio que a Abstergo procura. Claro, Arno consegue derrotar Germain, e os assassinos da época atual conseguem descobrir a localização do corpo do Sábio, antes da Abstergo. Mas a parte que estragou tudo, não é essa.

Após ir atrás de diversos figurões maléficos, sincronizar as sequências  e encontrar o filho da mãe, temos um final que faz isso tudo, não valer meio centavo.

Pouco antes de Arno conseguir assassinar Germain com a lâmina oculta e saber os seus motivos, Élise em um ato de orgulho, desobedece Arno que pediu para que ela se escondesse, e acaba sendo morta por um dos raios disparados pela espada. E o pior: ARNO NÃO ESBOÇA NENHUMA REAÇÃO APÓS A MORTE DA MULHER A QUEM DIZIA AMAR O JOGO TODO! Isso é muito, muito, muito frustrante e descompensador. Após humanizar o personagem, e trazer um enredo maduro, tudo vai por água abaixo pelo simples fato de não vermos nenhum sentimento. Why Ubisoft?! WHY???

Para mim, a Ubisoft perdeu a chance de criar uma nova saga épica, que só seria épica, se Élise estivesse junto com o Arno, ou até, se ela protagonizasse o próximo título. #prontofalei

[AQUI TERMINAM OS SPOILERS]

Paris, e o melhor mundo aberto já visto em Assassin's Creed

Essa imagem foi capturada pelo Share Play do PS4.
Se você ficou impressionado com o mundo de Assassin's Creed IV: Black Flag, e se apaixonou pela beleza e charme das cidades italianas de Assassin's Creed II e Brotherhood, você irá amar ainda mais, o mundo de Unity.

Paris foi fielmente reproduzida, não só em proporção, mas também na elegância e encanto que a cidade francesa proporciona. Não só pelas belíssimas construções, e números de NPCs na tela, mas também pelas possibilidades que todo esse gigantesco mundo oferece.

Sem dúvida alguma, esse é o game com o mundo aberto mais rico e vivo dos games. Para se ter uma idéia, os NPCs agem de forma independente um dos outros e reagem de forma realista, de acordo com suas ações. Além da incrível possibilidade de poder entrar em estabelecimentos e algumas residências, que te ajudam a fugir, ou se infitrar em algumas missões.

Chega de missões secundárias desinteressantes e pouco compensadoras, em Assassin's Creed Unity, você pode ajudar cidadãos em perigo, solucionar assassinatos em divertidas missões de investigação, comprar locais e reformá-los (isso já tinha antes), ir em busca de coletáveis (que estão mais fáceis e acessíveis do que nunca), e solucionar os intrigantes "enigmas de Nostradamus". Essas atividades prolongam a vida útil do game, e te ajudarão muito no progresso e evolução como assassino. Mas esse é um ponto que falarei mais pra frente.

Toda a tensão da Revolução Francesa é refletida em todos os elementos da tela, que conforme a história vai se desenvolvendo, tudo é influenciado. Principalmente os cidadãos, que lotam as ruas em protestos, linchamentos e execuções, muito bem exploradas nesse título. O vídeo abaixo mostra as incríveis multidões de Assassin's Creed Unity:


Durante  game, a Abstergo tenta impedir a invasão dos assassinos no sistema Helix, e quando isso acontece, Arno é transportado para fendas temporais que o levam da Revolução Francesa, para uma Paris um pouco mais moderna, e até para a Paris da Segunda Guerra mundial.

A construção da Estátua da Liberdade é mostrada em uma fenda temporal.
Quando essa anomalia temporal acontece, o jogador deve coletar dados para que o contato com as memórias de Arno sejam reestabelecidas. Mas não é tão simples assim. Combates com soldados, furacões, ventanias e outros impecílios, aterrorizam nas fendas temporais.

Zeppelins,  Aviões, soldados e tiroteios, fazem parte da fenda temporal que te coloca na Segunda Guerra Mundial.
Que gráficos são esses?!

Apesar das centenas de vídeos que mostram bugs, quedas de frame rate, e glitches, eu presenciei pouquíssimos defeitos em Assassin's Creed Unity. E felizmente, nada me atrapalhou no progresso do game, ou comprometeu minha experiência com o game.

Infelizmente, boa parte das pessoas estão xingando e colocando defeito sem ao menos ter jogado o game. Os gráficos e efeitos visuais estão maravilhosos! 

Como já citamos acima, Paris foi construída com louvor, e temos tecidos, pele, olhos, efeitos de partículas e uma movimentação dignas de animações de computador.

Temos cenas de ação, explosões e momentos de muito impacto visual. Tudo é muito belo e constante. É impossível não se emocionar com as cenas românticas entre Arno e Élise, como um passeio de balão em uma Paris sombria e chuvosa. Ou até mesmo, uma cena de decaptação que ficará marcada para sempre em sua mente.

Mas como tudo tem seu lado ruim, os gráficos só deixam a desejar  quando acontece as polêmicas e tão faladas quedas de frame rate em partes específcias, algo que pode ser resolvido em um patch futuro, e a singela falta de efeitos de água de qualidade. Pode parecer ridículo, mas quando chove, ou quando você mergulha, Arno nem ao menos se molha. DÁ PRA ACREDITAR?!

Mas sem dúvidas, o motor gráfico usado em Unity, marca um novo salto para a série e para a Ubisoft como desenvolvedora. Mais do que falar, só imagens poderão provar o esmero da empresa ao trabalhar nos gráficos do título (clique na imagem para ampliar):

Arno e Élise em um dos momentos mais românticos e tocantes de Unity.
Um dos reflexos da Revolução Francesa.
Élise sendo linda, e a melhor personagem de AC Unity.


Um sistema de combate impecável e a melhor novidade de Assassin's Creed Unity

A furtividade voltou a ser o foco, e a melhor opção.
Durante a exploração de Paris e a conclusões das sequências, você se deparará com os guardas de Paris, e soldados templários. Todo o sistema de combate foi reformulado, e está mais intuitivo do que nunca!

Apesar de possuir um inventário um pouco confuso no início, o novo sistema de combate está impecável e bem completo. Inicialmente, e até mesmo, no final do game, você terá grande dificuldade para enfrentar os inimigos, o que lhe fará sempre escolher uma abordagem furtiva. E isso é o máximo!

O novo esquema, veio também com um louvável sistema de personalização que te permite escolher qual será sua prioridade como assassino: combate ou furtividade. O sistema é bem parecido com jogos de RPG, e funciona à partir de quatro unidades: dinheiro: conquistado em missões, compras de clubes, etc; pontos de sincronização: adquiridos ao concluir sequências do modo história; pontos de credo: granjeados ao realizar ações específicas durante um assassinato e pontos de hack: os famosos pontos compráveis para adiantar o progresso. Eles são conquistados também em missões de fenda.

Essas unidades podem te confundir no início, mas você irá se acostumar e passará um bom tempo realizando missões secundárias divertidas para conquistar tais recompensas, à fim de melhorar seu assassino. Você poderá comprar trajes, armas e outros equipamentos. Essa funcionalidade cria uma nova forma de estratégia na série. Algo que eleva tudo a um nível maior de realidade. E isso é primordial!


Além disso, o seu rank como assassino vai aumentando conforme você vai progredindo, o que vai tornando os combates e missões de furtividade um pouco mais fáceis.

O parkour foi reformulado, e está mais intuitivo e realista. É de encher os olhos observar as acrobacias realizadas por Arno e toda a sua habilidade de salto e escalada. A reformulação desse detalhe era algo que a série estava precisando há muito tempo e a Ubisoft acertou em realizar isso.

Se você está esperando eu falar sobre o modo cooperativo de Assassin's Creed Unity, eu lamento. Infelizmente, eu sou pobre, não tenho a Plus e não pude jogar online com algum amigo, para conhecer as missões cooperativas. Mas em breve, faremos um gameplay do modo cooperativo no canal do Co-op Geeks no YouTube. Enquanto isso, assista o trailer/gameplay do modo cooperativo que já conquistou os fãs:


E as trilhas sonoras?

Como todo fã de Assassin's Creed, sempre fiquei atento às trilhas sonoras e efeitos de som do game. E nesse quesito, Unity deixou muito à desejar.

Os efeitos sonoros estão impecáveis. Explosões, vozes (na dublagem original em inglês), tiros, espadas se chocando e tudo mais, foi executado com maestria, porém, não temos nenhuma trilha sonora de impacto no game. São raros os momentos em que temos uma música tocando ao fundo, e quanto isso acontece, não temos a mesma qualidade e impacto ao qual estávamos acostumados.

Mas apesar dos apesares, fica a trilha sonora do trailer de anúncio, que vale à pena ser ouvida e estar na paylist do seu celular:


Um dos mais divertidos de toda franquia


Apesar dos pontos negativos que todos estão dando por causa de bugs, a alguns deslizes na campanha principal, Assassin's Creed Unity, acerta muito mais do que erra, ao inovar e trazer o renovo que a série precisava. No título, tudo tem um ar "de coisa inédita", e te prende, por conter em uma jogabilidade extremamente divertida e empolgante.

As missões secundárias, além de aumentar  a vida útil do game, são bem legais e trazem recompensas que te farão pensar duas vezes antes de ignorá-las, como você fazia nos jogos anteriores.

Se você está em dúvida se deve ou não jogar, Assassin's Creed Unity, eu só digo uma coisa: se você leu esse artigo, e se interessou pelo game, vá em frente! Só não espere uma história épica, ou um protagonista cativante. De resto, é só alegria e diversão ou até um bug tosco atrapalhar isso, caso você vá jogar em um PC hahahaha.

O que eu achei de Assassin's Creed Unity?!


Quando se espera muito, a chance de se decepcionar é imensa, não é mesmo? E é exatamente isso o que aconteceu com Assassin's Creed Unity, além da sombra de Assassin's Creed II que  é uma benção e uma maldição para a franquia, por ser um dos melhores games, conquistou muitos fãs, que hoje esperam algum game que repita seu sucesso e traga um protagonista tão icônico e querido como Ezio Auditore. 

Mas como nem tudo se compara, é claro que Unity tem sua identidade própria e consegue cativar o jogador, sendo sim, um dos melhores de toda a franquia.

O enredo é empolgante, e somente pelo seu final, deixou de ser um dos melhores já vistos na saga Assassin's Creed. É triste ver como a Ubisoft deixou a chance de criar uma nova narrativa com Arno e Élise, escapar pelas mãos de maneira desinteligente.

Assassin's Creed Unity é muito divertido, e merece a sua atenção. Além de ter um dos melhores gráficos já vistos.

O protagonista começa bem, mas vai se afundando, pela falta de sentimento, humanidade e realidade. Mas mesmo cheio de defeitos, Arno tem carisma e poderia ter sido melhor aproveitado. Quem sabe numa próxima oportunidade?

Sejamos otimistas. Esse é o primeiro Assassin's Creed exclusivo da nova geração, e felizmente, ele trouxe novidades que fizeram a série se estabelecer de forma respeitosa nos consoles, apesar de seus bugs e mal acabamento. Só esperamos que a Ubisoft não se acomode em lançar um game sem as devidas finalizações, afinal, não é de hoje que a empresa está acomodada em lançar games inacabados, para depois lançar um patch de correção. Vamos melhorar, Ubisoft! E que venha um novo Assassin's Creed que mantenha as novidades excelentes de Unity, mas apague as decepções que o game causou. Assista o trailer de Assassin's Creed Unity:


Assassin's Creed Unity é um bom jogo?! SIM! Ele só não é ótimo por causa de algumas mancadas na campanha principal, mas entra no meu TOP 3 da franquia. E se os pontos positivos que destaquei não te convenceram, mehor que ler reviews e tirar conclusões equivocadas, é só jogar, conhecer e se aprofundar. E isso, vale muito à pena!


Enredo: 6
Jogabilidade: 10
Gráficos: 9
Criatividade: 8
Inimigos: 9
Personagens: 7
Diversão: 10
Soudtracks: 6

NOTA FINAL: 8

Ficha Técnica

Título: Assassin's Creed Unity (PS4)
Ano de Lançamento: 2014

Créditos

Escrito por: Juninho Lima
Revisão: Steven L. Andrade
Imagens: Juninho Lima

O texto não reflete a opinião do Co-op Geeks, e sim do autor do artigo.

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