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Mateus Henrique 7.12.15


Desde os primórdios da história dos videogames, alguns jogos já causavam controvérsias. Alguns chegam passam dessa barreira e chegam a parar na justiça, outros foram os precursores para criação de faixa etária para jogos eletrônicos. 

Da violência extrema, ao uso de temas sexuais e drogas, esses games marcaram suas épocas e geram discussões até hoje.

ATENÇÃO: Este artigo contém vídeos e imagens não recomendadas para menores de 18 anos. Se você tiver menos de 18 anos, não prossiga.

5 – Night Trap (1992)


Lançado em 1992 para Sega CD, Night Trap tem um gameplay diferenciado: uma espécie de filme interativo, com cenas em live action. 

Na trama, um grupo de garotas resolvem fazer uma festa de pijama na casa do Sr. e Sra. Martin, e na casa do casal, ocorreram alguns desaparecimentos. O seu objetivo no game é salvar as pobres garotas. 

Considerado ultraviolento por muitos, Night Trap foi um dos precursores para a criação do ESBR, mas suas cenas são bem "fraquinhas" perto do que vemos hoje em dia em jogos e filmes do gênero. Para ter uma ideia das tosquices que redeiam o título, confira uma compilação das mortes no jogo:


4 – Mortal Kombat (1992)


Lançado em 1992 para arcades (posteriormente para várias outras plataformas), com uma nova tecnologia – que proporcionava melhores gráficos para a época - Mortal Kombat dispunha de muita violência e muito sangue. Essa soma só poderia resultar em sucesso e polêmicas. 

Para a época, causou muita controvérsia devido ao nível da sua violência e as famosas finalizações fatais, chamada Fatalities. O jogo acabou sofrendo censuras e até banimento em alguns países. Também foi um dos precursores para a criação do ESBR.


Nós até fizemos um Top com os 7 melhores fatalities de Mortal Kombat. Confira!

3 – Carmageddon (1997)


Lançado em 1997 para PC e PSOne, Carmageddon é mais um simples jogo de corrida, tirando o fato que você pode ganhar bônus atropelando multidões de pessoas pela rua. Nem precisa dizer o tamanho da repercussão que isso causou. O jogo foi censurado em diversos países – trocando pessoas por robôs- e banido em outros locais do mundo.

Vale avisar que atropelar CRIANÇAS e VELHINHAS lhe dão pontos extras. Insano, não? Confira um gameplay do título:


2 – Hatred (2015)


Previsto para ser lançado ainda em 2015, Hatred já causou polêmica antes mesmo de ser lançado. Sem história e sem nenhuma justificativa, seu único motivo é causar um genocídio, sair pelas ruas e matar tudo que se move de várias formas possíveis. O jogo chegou a ser retirado da Steam, mas voltou um tempo depois.

Sem mais delongas, assista o trailer do game:


1 – RapeLay (2006)


Lançado em 2006 - apenas para PC - RapeLay é um dos jogos que mais gerou controvérsias. Abordando temas "proibidos", como estupro, pedofilia e aborto, o título ganhou o ódio - com razão - da maior parte do público e crítica especializada. 

Não tem muito que dizer sobre o jogo, ele não carrega nenhuma história e nem nada do tipo, apenas temos uma apelação fútil – ficar estuprando garotas e outras atrocidades. O jogo causou uma imensa repercussão e não foi mais distribuído em nenhum local. Vamos te poupar das bizarrices que esse game exibe, não colocando nenhum vídeo ou foto, além da ilustração do game (que já deve ser mais que o suficiente) aqui.

Bônus - Duke Nukem 3D (1996)


Além da violência gratuita, Duke Nukem 3D - de 1996 - traz consigo uma apologia sexual e machista que ultrapassa limites. Apesar de ser adorado por muitos jogadores, o título mostra um anti-herói que atira em tudo e todos, e trata qualquer fêmea como objeto sexual. 

O jogo tem um gameplay divertido e diferenciado - o que revolucionou na época. E mesmo hoje, com todas as evoluções no mundo, Duke Nukem continua polemizando com seu caráter machista e sexual. Assista um pouco do game:


Você conhece algum jogo controverso que não entrou na lista? Não deixe de comentar!

Créditos

Texto: Mateus Henrique
Revisão e Imagens: Juninho Lima

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